quarta-feira, 20 de maio de 2015

O que acontece com o mal?

O que é o mal? Você sabe que é uma crença falsa sobre os filhos perfeitos de Deus ou Seu universo perfeito. Uma crença falsa tem que ser energizada por uma carga de medo, caso contrário não produz efeito. Uma declaração ou sugestão negativa em que não acreditamos, e que portanto não tememos, não pode nos ferir. Todos os nossos problemas são causados por pensamentos negativos na parte subconsciente de nossa própria mente, e cada pensamento destes consiste numa crença falsa e numa carga de medo.

Vocês todos sabem que a oração cura destruindo o mal, porém às vezes as pessoas perguntam o que acontece com o mal. Para onde ele vai?

É fácil compreender a resposta a esta pergunta quando se sabe que qualquer pensamento não passa de uma vibração da mente. Os pensamentos bons são vibrações elevadas e excelentes, e os pensamentos negativos são vibrações inferiores e grosseiras. A vibração é só o que existe do pensamento. A oração faz a mente parar de vibrar naquele determinado ponto determinado-termina aquela vibração- e isso é o fim da coisa. Você sem dúvida já viu e ouviu um diapasão vibrando, produzindo desse modo uma determinada nota. Pare a vibração com o dedo e a nota cessa. O que acontece com a vibração? Era apenas um movimento e o movimento parou. Só isto.

Se somos tolos o bastante para repetir os erros que causaram o nosso problema, se voltarmos a nos entregar ao medo, crítica, autopiedade e assim por diante, naturalmente teremos os nossos problemas de novo. Porém, não é o antigo problema que voltou, é um novo exemplar que acabamos de produzir.

Não há garantia de saúde e felicidade, exceto treinando-nos para ter somente pensamentos harmoniosos. É a sua conduta mental que determina a qualidade da sua vida.

(Faça a sua vida valer a pena)

Recebido pelo facebook - desconheço o autor


Imagens: google.com


sábado, 16 de maio de 2015

Ter e Ser - A abundância e o desapego



Nestes tempos em que vivemos, com tanto movimento, em que ocorrem perdas físicas que afligem a muitos, sejam elas suas finanças, suas casas ou a sua segurança, a nossa aprendizagem com as experiências passadas é desafiada ou forçada a mudar. Os valores do físico parecem mudar de cor.

Somos testemunhas das perdas que atingiram Nepal, onde muitos milhares de pessoas viram que todos os seus bens físicos e emocionais desapareceram em questão de minutos ou horas, tudo isto nos incita e nos convida a reavaliar e revalorizar as prioridades.

Talvez até ontem estávamos ansiosos em querer que a empresa ou o parceiro ou o governo do lugar tivesse algumas respostas, medidas ou ações que estivessem de acordo com nossos planos, necessidades e projetos. E de uma hora para outra, tudo isso desaparece e nos deixa um vazio, nada ao redor para segurar e só estou eu, aqui e agora.

Nestas circunstâncias, não podemos fazer nada a não ser ficar abertos para receber o que a vida está trazendo, liberando as expectativas, deixando as ideias de como deveria ser tudo para só ficar no momento presente, porque nada é o que era, nem sabemos como ou quando vai mudar. Só existe este momento, e este é um processo de aprendizagem que vem, de repente, para todos os direta ou indiretamente envolvidos.

Estas situações têm nos mostrado e nos ensinam várias coisas muito poderosas e que todos nós podemos aprender. A primeira coisa a aprender é estar aberto a receber. Não importa o que você tem ou qual situação você pensa que está, a coisa mais importante é que você esteja aberto a receber. Às vezes, estamos tão cheios do que nós pensamos que somos e a importância que nos dá o que nós acreditamos e temos, que deixamos de estar abertos e sensíveis a receber da vida e do nosso entorno. A coisa mais importante é ter a atenção neste momento e se concentrar em ser a possibilidade mais elevada daquilo que a gente é. Quando você começa a escolher a abundância do amor, você não vê a falta de nada, porque tudo está em seu coração e a ironia é que, quando você está completamente em seu coração, tudo vem até você. Não há carência, porque você não está ligado ao que vem, você está completo dentro de si.

Até agora, o normal tinha sido se concentrar na abundância exterior, e se não fosse alcançada, vinha a frustração e tantas outras coisas. Você pode até mesmo, se for o seu foco, continuar a criar essa riqueza externa, mas você acha que quando você tiver isso, você vai ser feliz? Talvez sim, ou talvez não .... e por quê? Porque aquilo que você está procurando externamente não está realizado internamente e então haverá medo envolvido, você não estará desapegado, pelo contrário, você estará apegado e sofrerá para manter o controle.

Em vez disso, quando você tem essa abundância interior, tudo flui, tudo se move, você cria fluidamente tudo o que precisa, e ainda mais, você está concentrado na consciência, então estarás unido com tudo isso que se move dentro de tudo, o que importa é o valor interno, porque o dinheiro é apenas energia e quando você é abundante internamente, você cria abundância, mas o foco tem que residir na abundância interior.

Meu convite hoje, para aprender mais com tudo o que está acontecendo, é mudar o foco, escolhendo algo real, e tudo vai se alinhar e ficar perfeitamente no seu lugar. Felicidade absoluta é uma possibilidade para todos se nos estabilizarmos na consciência e nos expandirmos no amor, além das circunstâncias externas. Muitos hoje nos dão exemplos de grandeza em meio à devastação, atestando que, no amor e na unidade, tudo é possível.

Por: Isha (STU)


Imagens: google.com


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Deus sempre atende, saiba pedir...

Nascer com livre arbítrio significa ter sido criado com o direito individual de escolher. Escolher o que? O pensar negativa ou positivamente. Pessimista ou otimista. Pensando no feio e no mau, se produz o feio e o mau; pensando no bom e belo, se produz o bom e o belo no exterior e/ou, interior.

A metafísica sempre ensinou que o que pensamos constantemente passa para o subconsciente e se estabelece atuando como reflexo. A psicologia moderna, por fim, o ”descobriu”.

Quando o ser humano se vê envolto nos efeitos de sua ignorância, ou seja, que produziu para si uma calamidade, se volta para Deus, e suplica que o livre do sofrimento. O homem vê que Deus o atende as vezes, e outras vezes inexplicavelmente não. Neste último caso, é quando seus amigos o consolam dizendo “há que resignar-se ante a vontade de Deus”; isto é o mesmo que dizer que, todos concordam que a vontade do Criador é má. Mas ao mesmo tempo a religião ensina que Deus é nosso Pai; um Pai todo Amor, Bondade, Misericórdia. Todo sabedoria e Eterno.

Vê como não concordam estas duas teorias? Você acha que um pai todo amor, e infinitamente sábio, possa sentir e expressar má vontade para com os seus filhos? Os pais e mães mortais, não seriam jamais capazes de atribular a nenhum de seus filhos com os crimes que atribuímos a Deus!

Nós não seríamos capazes de condenar ao fogo eterno um filho nosso, por uma falta natural de sua condição mortal, mas consideramos que Deus sim é capaz! É o mesmo que dizer, sem que percebamos claramente, que atribuímos a Deus uma natureza de magnata teimoso, vingativo, cheio de má vontade, pendente de nossa menor infração, para nos dar castigos fora de proporção. É natural pensar assim, quando nascemos e vivemos ignorando as regras e leis básicas da vida.

Já dissemos a razão de nossas calamidades. As produzimos com o pensamento. Nisto é que somos “imagem e semelhança” do Criador. Somos criadores. Cada qual criador de sua própria manifestação.

Agora, porque Deus parece nos atender umas vezes e outras não? Por que, a oração é o pensamento mais puro e mais alto que se possa pensar. É polarizar a mente em grau altamente positivo. São vibrações de luz que lançamos quando oramos, ou seja, quando pensamos em Deus. Estas vibrações têm que transformar instantaneamente em perfeito e belo, todas as condições escuras que nos rodeiam, como quando se leva uma luz a um quarto que está às escuras. Sempre que quem está orando, pense e creia que esse Deus a quem pede, é um Pai amoroso que deseja dar tudo de bom a seu filho. Neste caso, Deus sempre “atende”. Mas como geralmente a humanidade tem o costume de pedir assim: - Ai! Pai, Deus, tira-me desta dificuldade, eu sei que vais pensar que não me convém, por que tenho que cumprir esta prova”...! Em outras palavras, já se negou todas as possibilidades de receber.

Tenha mais fé então neste Deus que te ensinaram como teimoso, vingativo, cheio de má vontade, que está esperando que cometamos a primeira infração para nos dar castigos de crueldade satânica! Pois o que assim pede, recebe somente de acordo com sua própria imagem de Deus. É tão simples como te digo. Agora, não esqueça jamais que a vontade de Deus para você é o bem, a saúde, a paz, a felicidade, o bem-estar, e tudo de bom que Ele criou.

Não esqueça novamente, nunca, que Deus não é juiz, nem verdugo, nem o tirano que te fizeram acreditar. A verdade é que Ele criou sete leis. Sete princípios, que funcionam em tudo e sempre. Não descansam um só minuto. Se encarregam de manter a ordem e a harmonia em toda a Criação. Não é preciso polícia no espírito. Aquele que não anda de acordo com a lei, se castiga ele mesmo (o que se pensa, se manifesta; portanto aprenda a pensar corretamente e de acordo com a lei, para que se manifeste todo o bom e maravilhoso que Deus quer para você).

São Paulo disse que Deus está mais perto de nós que nossos pés e nossas mãos, mais ainda que nossa respiração; portanto não há que gritar para que Ele nos escute. Basta pensar Nele para que se arrume o que estava desarrumado. Ele nos criou. Ele nos conhece melhor do que nós podemos nos conhecer. Ele sabe porque agimos desta ou daquela maneira, e, não espera que nos comportemos como santos enquanto somente estamos aprendendo a caminhar nesta vida espiritual.

Vou rogar-lhe que você não acredite em nada do que te estou dizendo sem primeiro o comprovar. É seu direito divino e soberano. Não faça o que você fez até agora, aceitar tudo o que escuta, e tudo o que vê, sem te dar a oportunidade de julgar entre o bem e o mal.

Por: Conne Méndez
Extraído do livro: Metafísica 4 em 1


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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Aprendiz de si mesmo

Que eu questione o meu eu para sempre poder tornar o melhor que posso ser.

É muito comum vermos pessoas inquietas em seu interno pelas coisas mal resolvidas em sua vida. É como se algo dentro dela gritasse de forma enlouquecedora para que alguma atitude fosse tomada. O que vale dar atenção ao fato de que a ação não consiste de maneira nenhuma no ambiente externo e sim ali mesmo, de onde surge essa inquietação, no interno.

É preciso rever todos os valores constantemente para que sempre possamos nos graduar em nossas emoções. Tudo que aconteceu e tudo que está acontecendo o tempo todo fica registrado em nosso subconsciente. Imagine quantas informações temos em nossa mente? Somos uma máquina fantástica que pode usar todas essas janelas de memória para somar em evolução ou em fracasso. É exatamente por esse motivo que temos essa necessidade de reprogramar diariamente aquilo que já não proporciona nenhum efeito positivo em nossas vidas.

Existem infinitas informações aplicadas e implantadas consciente ou inconscientemente que nos travam diante das oportunidades. São essas pequenas coisas capazes de nos tornar infeliz por longas datas ou até por uma vida inteira se não trabalhada com consciencia e coragem.

As informações podem ter sido ensinadas, vivênciadas, assistidas, implantadas e etc., seja pela educação famíliar, pela educação escolar, pela convivência social, pelas lições da vida, pelos traumas ou pelos grandes medos conscientes ou não e etc..

O que se pode fixar é que tudo pode ser ressignificado. É muito claro que essa reprogramação mental é um processo delicado, longo e complicado quando não temos o auxilio de um profissional por termos mecanismos de defesa que nos bloqueiam onde distorcemos a realidade causando grande incomodo, conflitos internos e outros por causa da grande mudança, que geram a autossabotagem.

É preciso ter conhecimento sobre todos esses mecanismos e estar disposto diariamente a sempre questionar a si mesmo sobre o próprio comportamento. Ainda sim, é inevitável um deslize e, quando este ocorre, é preciso recomeçar e acreditar que logo se encontrará a força interna para se realizar.

É difícil, mas não impossível. É satisfatório e essencial aprender a ser o grande líder da sua própria mente.

A maioria das pessoas não acredita que as crenças, a educação, que os modelos de vida e da infância tem forte influência sobre nossas decisões tomadas no dia-a-dia, mas o peso que elas tem sobre a nossa vida é incalculável. Se as ideias não forem bem analisadas, muito bem utilizadas ou até modificadas, vamos sempre estar andando em círculos esperando a graça da vida para nos presentear. Ainda que, de forma ilusória, as pessoas acreditem que certas crenças são as corretas, tudo não passa de uma distorção causada pelo orgulho, pelo ego e pelo medo.

Reprogramar a si mesmo é mais que um trabalho diário, é uma obrigação visto que muitas das coisas que acreditamos são formas incorretas e que não geram sucesso. Mas aonde está o problema em corrigí-las?

Existem, por trás de toda zona de conforto, os ganhos secundários. E esse é outro ponto que podemos observar com atenção que nos desvia do caminho da felicidade.

Ter consciência de que esses ganhos são nada comparados a grande compensação de responsabilizar-se é o grande passo para a vitória interna. É só tentar imaginar tudo que se pode ter como consequência pós tornar-se o grande autor de sua história.

Todos somos aprendizes e podemos nos aperfeiçoar. Basta estar atento a agir da melhor maneira para que se possa fazer cada vez mais sem sobrecarregar-se, de forma natural, consciente e com amor no coração.

O mais importante é resolver tudo que ainda está pendente de forma inteligente e compreensiva. É necessário sempre policiar-se humildemente para haver a percepção dos próprios erros.

Nós somos os grandes responsáveis pela história de nossa vida e, creio eu, ninguém realmente deseja ser apenas uma vítima que se deita ao fracasso anunciando que já deu o seu melhor.

Surpreenda-se! A vida e as pessoas não esperam nada, simplesmente seguem. Toda felicidade está na trajetória, não no fim. Quem faz o momento ser bom é quem está disposto a "topar qualquer parada e não parar em qualquer topada". Portanto, torne-se o melhor que possa ser e seja a grande luz a sair iluminando e guiando seu próprio caminho. E ai, você está atento a si?

Bem-vindos a uma viagem para dentro de si, para um Universo encantador onde encontrarão respostas e novos caminhos para a paz interna. Você tem o poder da transformação em suas mãos, afine-se também com o Universo! Boa sorte!

Beijo de luz e paz profunda!

Fonte: Universo Afinidade


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sábado, 9 de maio de 2015

Não te devo nada!

Quero partilhar um texto,que concordo e sinto a sua veracidade:

"Ao ler uma entrevista do escritor e psicólogo Roberto Goldkorn, onde ele fala do seu livro “Não te devo nada”, chamou-me atenção um trecho onde ele cita uma história corriqueira, nos relacionamentos. Mas, o que achei ainda mais interessante, é que este caso mostra o quanto uma pessoa, muitas vezes considerada emocionalmente frágil (no caso um alcoólatra), pode ser tão lúcido em determinadas questões, onde pessoas esclarecidas não conseguem.

Conta o escritor:

"Num certo dia," ela me contou, referindo-se à pessoa que contou o caso, "encontrei-o na rua em frente de casa, caído, machucado... Levei-o para dentro com muito esforço, limpei-o, fiz-lhe curativos nos ferimentos, coloquei-lhe roupa limpa, dei-lhe um café forte e só aí ele acordou.

Levou algum tempo para perceber o que havia acontecido, mas quando se deu conta, levantou-se, sentou-se na cama e, com o dedo apontado na minha direção, disse:

"NÃO TE DEVO NADA! Você fez o que fez porque quis, eu não lhe pedi nada. Nunca me venha depois cobrar isso!"

Sorrindo, ela completou: "Mesmo de ressaca ele sempre soube que as verdadeiras boas ações não são investimentos que fazemos para podermos um dia resgatar com juros...

Ao se libertar daquilo que seria uma dívida e por não se considerar um devedor libertou-me do incômodo papel de credora. Dessa maneira, continuamos sendo um homem e uma mulher que se amam e estão juntos apenas, e somente, por causa deste sentimento".

O amor, a amizade, o compartilhar, nos relacionamentos, sejam eles quais forem, produzem a compaixão, a generosidade, o perdão e a solidariedade, o andar lado a lado, e sempre exigem de nós a renúncia do Ego.

O lado bom disso é que nos enriquece a vida!

Por que o amor que oferecemos aos outros não está sendo recebido como gostaríamos?

Por que ainda nos sentimos sozinhos?

Por que ainda nos sentimos injustiçados ao sentir a “ingratidão” do outro? Embora muitos de nós já tenhamos corpos emocionais bem desenvolvidos, ainda temos a mente soberba; não percebemos que estamos continuamente interagindo com o Cosmos, emanando e recebendo vibrações e criando nossas experiências.

Assim sendo, os relacionamentos alicerçados em favor ou gratidão, geram muitos conflitos, pois ninguém gosta de se sentir um eterno devedor.

Já é hora de trazer de volta para nós, os aspectos de quem somos em nossa divina consciência; seres com capacidade suficiente para agir, pensar, sentir, manifestar e compartilhar essas possibilidades nos nossos relacionamentos.

Isto liberta e não transforma nossos entes queridos em reféns.

O amor consiste em dar, não em receber.

Amar é um verbo e verbos implicam numa ação concreta.

A ação correspondente ao verbo amar é dar-se, sem pedir, cobrar ou esperar.

Deveríamos sentir alegria simplesmente por poder fazer algo por alguém, mas, na maioria das vezes, quando essa ajuda acontece, esperamos algo em troca, mesmo que seja gratidão e nos sentimos injustiçados. Isso não é bondade! Não é amor!

A bondade só faz parte do amor se for absolutamente verdadeira.

A verdadeira riqueza é a presença de Deus em nós, nos indicando a alegria no doar. Muitos ainda estão presos à antiga hierarquia e cultura.

O escritor inglês A. R. Orage explica muito bem esse mecanismo. No texto "Del Amor y Otros Ensaios" (Editora Ganesha), Orage diz:

"amar é se colocar conscientemente a serviço do outro, uma tarefa que exige autodisciplina, inteligência e esforço. A base do amor adulto está na infância.

Ele diz que aprendemos esse sentimento na relação com a mãe (ou pai, ou quem quer que cuide da criança) e no brincar, pois na brincadeira se estabelece a confiança no outro, ingrediente básico do amor.

Sem essa experiência primordial como fundamento, dificilmente se desenvolverá, mais tarde, o amor adulto e maduro entre dois seres independentes.

...

Precisamos encontrá-lo e assegurar a nossa liberdade e libertar o outro, apenas amando. Na quinta dimensão tudo é mantido em harmonia e vivemos em felicidade, nos entregamos ao compartilhar o amor um pelo outro como uma “opção de vida”; na verdade, uma maneira de ser que nos tranqüiliza.

Tudo é dado livremente a todos e compreendemos que essa sabedoria é ter a certeza de que “somente doar-se sem cobrar, trará a abundância divina”.

Esse é o fundamento da vida que nos aguarda.

Quando isso acontece encontramos a recompensa do amor no próprio amor e na felicidade que sentimos ao doar.

Aprendemos a diferença entre amor e favor.

Nossa doação não mais se transforma em “sacrifício amoroso” e aquele que o recebe não se escraviza e nem se humilha para demonstrar gratidão.

Quando amamos damos o espaço necessário para poder olhar, saber o que vai dentro do coração do outro, para compreender.

Amor, é a pura luminosidade que torna brilhante uma alma que ama o próximo como a si mesmo, mas, Amor sem caridade não existe, e a verdadeira caridade é modesta, simples e indulgente.

Caridade que cobra é orgulhosa e aí não existe amor e, sim, favor.

No favor tudo é contabilizado para depois ser cobrado.

São "dívidas" cobradas de forma sutil.

Cobramos o tempo do outro, o envolvimento, a vida dedicada especialmente a nós... e, infelizmente, dessa forma, não saímos do lugar. Adiamos tudo o que realmente é importante.

O Bem Amado Mestre El Morya diz:

“Pensa nas estrelas que sempre dão sua luz à humanidade.

Sê como essas estrelas e dá o teu amor, sabedoria e conhecimento aos outros.

Apenas quando tudo é dado, podemos receber. Aceita as lições severas com um sorriso."

A PESADA CONTA DO AMOR

por: El Morya Luz da Consciência -


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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Cinco passos para se deslocar da raiva para a ação

A raiva não é uma emoção em que gostamos de ficar, porque, além de nos fazer sentir mal, acreditamos que as pessoas “espiritualizadas” não ficam com raiva. É uma emoção de energia inferior que não deveríamos estar expressando, e quando ficamos com raiva não estamos com fontes muito boas de luz. Tudo isto pode ser o que acreditamos, mas não é verdade e, de fato, acreditar nisto nos faz mais mal do que bem, porque a fim de processarmos plenamente uma emoção, precisamos saber o que é e a raiva é uma das emoções mais poderosas, bem como uma importante fonte de auto-capacitação. Não há problema em ficarmos com raiva, contanto que usemos a nossa raiva para agirmos e completarmos os ciclos kármicos, passando da cura para a integridade.

Nós somos capazes de fazer muito quando estamos muito irritados, e, às vezes, é preciso muita raiva para que possamos fazer um movimento na vida. A raiva pode nos tornar poderosos e quando estamos com raiva, muitas vezes, somos capazes de coisas que não podemos fazer quando não estamos com raiva. Esse é o lado de autorização da raiva e é uma pena que necessitemos da raiva para seguirmos em frente. Mas o lado incapacitante da raiva é o que normalmente expressamos, onde nós ficamos agitados e irados, sentimo-nos impotentes, desamparados, aproveitados, e com raiva de nós mesmos. Ou podemos escondê-la ou negá-la, porque nós sentimos que não deveríamos estar irritados com as pessoas, especialmente com aqueles que acreditamos que não deveriam nos deixar com raiva ou com quem não deveríamos ficar com raiva.

Para entendermos a nossa raiva, temos de voltar à nossa missão de alcançarmos a plenitude da alma e nosso propósito de vida, da cura. O que nos deixa com raiva nos mostra onde temos importantes lições de vida e usamos a raiva como uma ferramenta para a capacitação, para recuperarmos a nossa energia.

Aqui estão cinco passos a seguir, para usarem a raiva para agirem e recuperarem o seu poder:

1 - Reconheçam a raiva e aceitem que vocês estão com raiva. Não faz nenhum bem fingir que não estão, ou pensar que não deveriam estar raivosos. Então, vocês julgam a sua raiva e se sentem mal por ter esta emoção. Aceitem que estão com raiva para que possam usar a informação que a sua raiva contém, para ajudar a fazer escolhas diferentes e trabalharem através destas lições de vida.

2 - Compreendam com quem vocês estão irritados. Seja uma pessoa que lhes fez algo, uma situação que sentem que não podem controlar, ou se estão com raiva de vocês por algo que lhes aconteceu, mais uma vez; saber que estão com raiva lhes permite concentrar em uma situação mais capacitadora. Vocês não podem fazer nada sobre o comportamento de alguma pessoa, mas podem fazer de vocês um alvo menor ou invisível, não atraindo este tipo de pessoa ou comportamento e não repetindo o seu próprio comportamento do passado.

3 - Saibam com o que estão com raiva. Ao que se refere a situação que os deixa irritados? O que estão realmente sentindo? Este é um bom momento para anotar sobre os seus verdadeiros sentimentos em relação a situação, começando com “Estou realmente zangado em relação a isto, porque.....” Este é um ponto de capacitação, e negar ou esconder a sua raiva apenas atrasa a sua resposta, até a próxima vez em que algo os deixar irritados.

4 - Vejam onde vocês entregaram o seu poder, ou que não o estão usando em seu benefício. Onde se tornaram incapacitados ou entregaram o seu poder? Em quem confiaram o seu bem-estar, em vez de confiarem em sua própria intuição e orientação? Esta é a parte crucial do processo da raiva, porque a compreensão da perda do poder os ajuda a saber onde vocês não reconhecem o seu poder e o usam a seu favor e para o seu benefício.

5 - Escolham transformar a sua raiva em algo poderoso e fortalecedor. Abrigar a raiva, mantendo-a interiormente, é como diz o ditado: “Beber o veneno e esperar que outra pessoa morra.” A pessoa que os deixou irritados não sofre quando vocês se oprimem no silêncio, com a raiva frustrada por dias, semanas ou anos, mas vocês sim. Escolham ser poderosos, levem a sua raiva a um nível diferente, e usem a sua raiva para mudar suas crenças, pensamentos e ações, fazendo da raiva uma ferramenta poderosa para o seu crescimento.

A raiva é uma emoção humana normal, com uma longa história cármica e de cura, que iremos experimentar de vez em quando. Mas a raiva por si só não é capacitadora; é o que decidimos fazer com a raiva que nos levará para o caminho da integridade e da capacitação. A cura acontece quando reconhecemos nossa responsabilidade na questão e optamos por aplicar o que aprendemos com a nossa raiva as nossas lições de vida. A totalidade ocorre quando recuperamos o nosso poder e deixamos de repetir o comportamento, inclusive atraindo pessoas indutoras da raiva que participam de nossas lições.

O perdão toma parte neste processo também, mas no sentido energético. O perdão libera ligações de energia com que já não queremos ser sobrecarregados. E quando optamos por usar a raiva como um trampolim para uma vida mais alegre, mais gratificante, e poderosa, podemos também perdoar as pessoas e situações que criaram a raiva para que não tenhamos que ficar com raiva ou perto delas por mais tempo. A pior coisa que podemos fazer é nos envergonharmos ou nos culparmos pela nossa raiva, negá-la ou escondê-la, porque achamos que não deveríamos estar sentindo raiva, ou fingindo que isto não está acontecendo. As emoções são como expressamos energia e a raiva é uma emoção que pode ser uma ferramenta útil quando não a julgamos e em vez disso, usamo-la para fazermos escolhas diferentes para nós mesmos que preenchem a nossa intenção para uma vida mais alegre, amorosa, cheia de alegria, de paz e de abundância.

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A glândula pineal e o zumbido no ouvido

A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers.

Por exemplo, o Sol é um Zeitberger externos que regem as noções de tempo e que influencia a pineal, regendo o ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário.

Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa.


Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa.

Para Descartes é o ponto em que a alma se liga ao corpo, até na questão física há uma lógica que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.

Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios porque sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.

Os cientistas Vollrath e Semm, que têm artigos publicados na revista científica Nature, de 1988,comprovam que a pineal converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos.

O espiritual age pelo campo eletromagnético, se há uma interferência espiritual por exemplo, se dá justamente pelo campo eletromagnético. As interferência acontece na natureza pelas leis da própria natureza.

Segundo Sérgio Felipe de Oliveira, a pineal captaria informações do mundo espiritual por ondas eletromagnéticas, como “um telefone celular”, e as transformaria em estímulos neuroquímicos. A parapsicologia diz que estes campos eletromagnéticos podem afetar a mente humana. O dr. Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, fez experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas nos lobos temporais.

As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido “visões” e sentiram presenças espirituais. O dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas.

Pesquisas recentes indicam que a pineal está ligado a dois centros nervosos, um de cada ouvido. Estes dois centros nervosos, e mais o centro situado na própria glândula, formam um triângulo, com a pineal no centro da cabeça com o ápice ou vértice superior, e dois centros nervosos dos ouvidos formando a base. Assim, os pesquisadores elaboraram o princípio de que tudo o que afete os tímpanos afetará a pineal, qualquer princípio que afete a pineal afetará os tímpanos.

A glândula está localizada em uma área cheia de líquido. o som faz o líquido vibrar, provocando uma reação na glândula. Essa belezinha, converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos.

A Física Quântica diz que tudo é vibração e nós vibramos em diferentes freqüências, também somos influenciados em diferentes freqüências, por meio natural ou não (falaremos disso mais tarde).

Estamos sendo bombardeados com energias vindo da galáxia, incluindo o bombardeio do Sol, tudo isso afeta a Terra e logicamente nos afeta.

Sempre vibração e som, recentemente os cientista conseguiram até reproduzir o som do Sol nas suas explosões solares.

Quanto mais se intensifica o som, mais a pineal "trabalha", quanto mais ela trabalha, mais se intensifica o som, formando um circulo que nos leva rapidamente ao estado de projeção consciente.

Sendo assim, meus amigos, os barulhos, zumbidos, apitos, sininhos...que você pode estar ouvindo diariamente ou esporadicamente são produzidos pelo trabalho/desenvolvimento da glândula pineal e todo um fator externo está contribuindo para isso.

Nós estamos literalmente escutando essa belezinha trabalhar. Essa glândula é nossa conexão com outras dimensões, nossa glândula foi danificada ao loooongo do tempo, por falta de uso, química (veneno) nos nossos alimentos, poluição e acredito que a nossa contribuição tenha realmente sido a maior de todas, porque caímos nas ilusões materialistas e hoje somos extremamente apegados a tudo que os nossos 5 sentidos podem tocar, sentir, ver e ouvir...

Pra terminar, vou deixar um exercício de meditação de desenvolvimento energético da pineal. Um exercício diferente, mas bem gostoso de realizar.

Certos exercícios psíquicos provocam um zumbido que começa a se manifestar nos ouvidos e persiste por algum tempo. Esse zumbido indica que alguma energia ou ação está sendo transmitida aos tímpanos, a partir da pineal. (Pesquisa feita pela Universidade de Basle na Suíça).

Deverá ser feito no escuro, onde a produção do hormônio da pineal aumenta.

- Por uma ou duas semanas, deve-se relaxar por alguns minutos, coloque o dedo indicador de cada mão o mais para dentro do ouvido que seja possível sem pressão incômoda;

- Enquanto os dedos estiverem nesta posição nos ouvidos, tomem uma inalação profunda pelo nariz e retenha o quanto possível;

- Mantenha a boca fechada, quando não puder mais prender a respiração, exale lentamente pelo nariz;

- Conserve os dedos nos ouvidos durante todo o tempo que esteja inalando,retendo e exalando;

- Respire normalmente por mais ou menos 30 segundos e repita o procedimento por 10 vezes.

Ao terminar, você sentirá um calor nos dutos auditivos.


A respiração pelo nariz, com os dedos colocados nos ouvidos, estabelece um circuito bem definido de vibrações positivas e negativas, que afetem os centros nervosos do crânio, o centro nervoso da tireóide, e os centro nervosos de cada um dos dois dedos.

O resultado deste exercício, se praticado conforme a instrução, será a desobstrução do nariz para a respiração e dos ouvidos para a audição, a eliminação de qualquer congestão craniana, o desenvolvimento da sensibilidade dos nervos do nariz a ponto de perceberem novos odores ou facilitar a os já conhecidos.

Ao mesmo tempo, a pineal irá despertar gradativamente, com crescente vitalidade para as funções psi.

Enviado via e-mail

Solange Christtine Ventura
www.curaeascensao.com.br


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