sábado, 6 de julho de 2013

Conheça o conhecedor e o conhecido


Quando você olha para uma flor: você sabe que é uma rosa. A rosa está lá e você está dentro. Algo de você chega até a rosa, algo de você é projetado sobre a rosa.

Alguma energia sai de você, vai para a rosa, pega a forma, cor e cheiro dela, e retorna e lhe informa que isso é uma flor rosa. Todo conhecimento, o que quer que você conheça, é revelado por meio da faculdade do conhecer. Conhecer é sua faculdade. Conhecimento é reunido através dessa faculdade.

Mas conhecer revela duas coisas: o conhecido e o conhecedor. Sempre quando você conhece uma flor rosa, seu conhecimento é metade se você esquecer do conhecedor que está conhecendo-a. Então enquanto está conhecendo uma rosa três coisas existem: a flor rosa – o conhecido; e o conhecedor – você; e o relacionamento entre os dois – conhecimento.

Dessa forma o conhecimento pode ser dividido em três pontos: conhecedor, conhecido e conhecer. Conhecer é como uma ponte entre dois pontos – o sujeito e o objeto.

Geralmente seu conhecimento só revela o conhecido; o conhecedor permanece oculto. Geralmente seu conhecimento é de mão única: aponta para a rosa, mas nunca aponta para você. A menos que ela comece a apontar para você, esse conhecimento lhe permitirá conhecer a respeito do mundo, mas não lhe permitirá conhecer a respeito de você mesmo.

Todas as técnicas de meditação são para revelar o conhecedor. George Gurdjieff usava uma técnica particular como essa. Ele a chamou de auto-lembrança. Ele disse que sempre quando você estiver conhecendo alguma coisa, lembrar-se sempre do conhecedor. Não se esqueça dele no objeto. Lembre-se do sujeito.

E então um milagre acontece: se você estiver cônscio de ambos, o conhecido e o conhecedor, subitamente você se torna o terceiro – você não é nenhum. Apenas empenhando-se em ficar cônscio de ambos o conhecido e o conhecedor, você se torna o terceiro, você se torna uma testemunha.

Surge imediatamente uma terceira possibilidade – uma testemunha passa a existir – porque como é que você pode conhecer ambos? Se você for o conhecedor, assim você fica fixado num ponto. Na auto-lembrança você move-se do ponto fixo para o conhecedor. Então o conhecedor é sua mente e o conhecido é o mundo e você se torna um terceiro ponto, uma consciência, um eu testemunha. O terceiro ponto não pode ser transcendido, e aquilo que não pode ser transcendido é o definitivo.


FONTE: http://www.palavrasdeosho.com/2010/07/conheca-o-conhecedor-e-o-conhecido.html


Imagens: google.com


Amor na medida certa

"O pessimismo passou, mas o bom propósito não: farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo, por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como uma responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz...

Também é bom porque em geral se pode ajudar muito mais as pessoas quando não se está cega de amor."


Clarice Lispecto


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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Ho'ponopono ao Brasil


"Divindade por favor limpe em mim o que está contribuindo para os atos que não estão em sintonia com o amor, nas manifestações pelo Brasil e transmute em Pura Luz..." Sinto muito, me perdoa, sou grata te amo...


Hoponopono


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terça-feira, 2 de julho de 2013

Liberta-me


"Não sou sempre flor. Às vezes espinho me define tão melhor. Mas só espeto os dedos de quem acha que me tem nas mãos".


Marla de Queiroz


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sábado, 29 de junho de 2013

Coisas que a vida ensina

Amor não se implora, não se pede não se espera... Amor se vive ou não. Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade. Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.

As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros. Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.

Água é um santo remédio. Deus inventou o choro para o homem não explodir. Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso. Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.

A criatividade caminha junto com a falta de grana. Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar. Amigos de verdade nunca te abandonam.

O carinho é a melhor arma contra o ódio. As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida. Há poesia em toda a criação divina.

Deus é o maior poeta de todos os tempos. A música é a sobremesa da vida. Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.

Filhos são presentes raros. De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.

Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor

O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças...

Não há vida decente sem amor! E é certo, quem ama, é muito amado. E vive a vida mais alegremente...


Artur da Távola


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A decisão é tomada sobre quem você é

Toda decisão que você toma - toda decisão - não é uma decisão sobre o que você faz. É uma decisão sobre Quem Você É. Quando você vê isso, quando você entende isso, tudo muda. Você começa a ver a vida de um modo novo. Todos eventos, ocorrências, e situações se transformam em oportunidades para fazer o que você veio fazer aqui.


Neale Donald Walsch


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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Repousando na angústia

Não sei o que é pior: já ter conhecido alguém que só dá valor ao que tem depois de perder, ou ser alguém assim. Não estou julgando. Não se trata de valores morais ou avaliações do tipo “certo” ou “errado”. O que quero dizer é que é mesmo lamentável só conseguir se dar conta de algo ou alguém quando já é tarde demais!

Sei que, aos mais céticos, parece conversinha inútil. Mas tenho visto, ouvido e até acompanhado algumas histórias de dar pena. Triste mesmo! De gente que parece estar contra si mesmo. De homens e mulheres botando a perder o que têm de melhor e de mais importante em suas vidas, simplesmente por não conseguirem enxergar o belo, o bom, o que, aos seus olhos fechados, parece pouco...

Muito já se repetiu que temos dois caminhos para aprender qualquer lição nesta vida: pelo amor ou pela dor. Em geral, infelizmente, escolhemos o segundo caminho. Claro, inconscientemente. Mas isso não nos torna vítimas ou inocentes. Nem culpados ou algozes, no entanto.

Trata-se, sobretudo, de uma constatação que deve, sim, servir para nos tornar mais atentos. É fato que já passou da hora de muitos de nós tomarmos uma boa sacudidela. Um susto suficientemente grande para nos fazer acordar e manter os olhos bem abertos!

Por todos os lados, vemos pessoas sendo amadas sem sequer notar, quiçá valorizar ou retribuir! Pessoas recebendo oportunidades incríveis, vivendo com familiares e amigos maravilhosos, estando em lugares imperdíveis... e nada! Só reclamando, só se lamentando, só desperdiçando. Pecando a vida!

Acreditam que a fonte nunca seca. Apostam que podem ignorar, disfarçar e adiar o amor à seu bel prazer que nada vai mudar. E pior: acham que se mudar, nada vão perder, nada vão sentir, nada vão sofrer.

Mas quando chega o tal dia em que o outro se cansa e vai embora, ahhh, quando chega esse dia, é inacreditável o que já vi acontecer! Alguns, primeiro dão de ombros, como se nem se importassem. Mas com mais ou menos dias... para quase todos o desespero bate! A lucidez chega e a impressão que dá é que, após curto-circuito, suas luzes se acenderam!

Mas agora? Agora acabou. Finito. O outro não quer mais. Cansou de tentar. Cansou não de sua perfeição, porque isso não existe. Cada qual tem sua parte no enredo vivido. Mas, sim, cansou de se relacionar no escuro do outro!

E assim, diante da falta, do suposto abandono, arregalam os olhos! Reagem como se estivessem surpresos! “Como assim?!? O que houve?!?” E a fim de tentar reverter a situação, tornam-se tudo o que poderiam ter sido, mas nunca se dispuseram a ser! Flores, cartas, galanteios e declarações. Lágrimas, pedido de perdão, reconhecimentos e elogios.

As certezas até então inexistentes brotam de um não sei onde, baseadas num não sei o que, recheadas de propostas tão aguardadas, mas que jamais foram feitas. Onde estava esse desejo? Onde estava essa pessoa? Onde estava esse coração?

Preso em sua própria armadilha! Certamente escondido, defendido, entorpecido de falsas verdades, crenças distorcidas e enganos, tristes enganos. Sim, estou certa de que sua dor é mesmo real agora. Talvez tenha mesmo acordado. Mas talvez seja só a dor do vazio, da perda. Talvez seja a frustrante constatação de sua incapacidade de se entrelaçar. Talvez... Quem pode saber o que se passa?

Eu não posso! Quem esperou por atitudes durante tanto tempo também não tem como saber. Sem garantias. Sem certezas. Só quem pode descobrir qual a real disponibilidade, quais são os sentimentos pelos quais está pronto para viver é quem, de fato, acordou! Portanto, se você é quem se cansou de esperar e foi embora... ou se você é quem, enfim, se deu conta de que estava dormindo, minha sugestão é que se aquiete, pare, respire, medite... Dê tempo ao tempo. Dê tempo ao outro e a si mesmo. Tente ser o mais honesto possível com seu próprio coração. A resposta virá de dentro. Da sua essência e não da sua tormenta.

E, por fim, se você nunca passou por isso, esteja atento ao seu amor para evitar as armadilhas. Porque não me restam dúvidas de que sucumbir a elas dói. Dói demais! E não há analgésico que faça passar.


Autor Desconhecido


Imagens: google.com