sexta-feira, 4 de maio de 2012

Na dúvida... silencie



"Na dúvida, escolha o silêncio...
Ele incomoda, chateia, irrita,
não gasta suas energias e
ainda por cima,
preserva sua imagem..."




Sabedoria Popular
Imagens: google.com

É de nossa responsabilidade

Está em nossas mãos apagar inteiramente da memória os problemas e as recordações desagradáveis.

Por isso viver significa mudar, corrigir, recomeçar e aprimorar sempre!!!


Autoria: desconhecida

Imagens: google.com

Energize sua casa de forma positiva sem gastar

O estudo profundo do Feng Shui, me ensinou que grande parte das estruturas arquitetônicas que criamos para morar, são frutos de elaborações inconscientes de seres primitivos (nós), que viviam uma realidade baseada no tripé: atacar, se defender ou fugir. Começamos a construir casas, quando desistimos das cavernas, isso deve ter sido algo em torno dos 30 a 20.000 anos atrás.

De lá para cá, as oposições à sobrevivência da espécie foram inúmeras, e a vida dos nossos ancestrais era uma luta atrás da outra. Assim como os três porquinhos construíam suas casas para se defender do lobo, nós também começamos a construir casas para nos defender, dos lobos do reino animal e do reino hominal (sic).

Assim as casas guardam em suas origens e em seu posterior desenvolvimento a marca da agressividade e da violência. Os chineses começaram a mapear essas formas agressivas, e criaram denominações e remédios para evitá-las nos ambientes habitados.

"Ch'i de flecha"

Após milênios usando o machado como arma e ferramenta de corte, descobriram que as superfícies que acabavam em gume, eram nocivas. Paredes com quinas em ângulos de 90º, e pior ainda com angulações menores (45º por exemplo) emitiam o que eles chamavam de "Ch'i de flecha", ou seja, a energia Ch'i - energia sutil que existe na natureza e dentro de uma casa - era projetada pelas paredes por exemplo e saia com violência das quinas das paredes atingindo o que estivesse à sua frente.

É claro que como é uma energia muito sutil, não se sente as picadas das "flechas" mas com o tempo, irritação, nervosismo, agressividade, instabilidade poderiam ocorrer, dependendo ainda de outras variáveis.

Por isso também eles não gostavam de formatos triangulares, por invariavelmente apresentarem pontas. A trajetória das flechas, dos projéteis, a carga das cavalarias, sempre em linha reta, fez com que a linha reta fosse temida. Por isso eles não constróem caminhos retos até a porta de casa, pois sabem que o Ch'i se acelera e bate agressivamente contra as portas.

Já que falamos de portas, para os antigos chineses, as portas representavam, ou melhor elas eram (e são) a boca das casas. Através delas entra o "alimento" e sai "a palavra", a comunicação com o mundo. Se a sua porta estiver diante de um elemento "agressivo" ou destrutivo, por exemplo, um ferro velho, ou uma construção destruída, em ruínas, você vai se "alimentar' dessa mensagem cada vez que sair de sua casa.

Por isso eles recomendavam que em frente à sua porta você tivesse um panorama agradável, largo, alimentador da sua alma com estímulos positivos. Mas, como herdamos o medo, e a insegurança dos nossos ancestrais, não devemos posicionar sofás, poltronas ou cadeiras de costas para a porta, pois a porta é a última fronteira com a rua, e a rua, é o território, do "mundo", e o mundo é a morada dos "inimigos".

O nosso inconsciente primitivo, sabe que de costas estamos mudos, cegos e surdos (além de sem olfato, sem tato, etc), e não é bom sermos pegos desprevenidos, sem poder detectar a aproximação dos inimigos que vêm da rua.

Por outro lado, da rua também podem vir amigos e aliados, você não vai querer dar as costas a eles vai?

Muitas pessoas me perguntam, mas qual é o problema de dormir com a cabeceira da cama sob uma janela? Até uma revista "especializada" em Feng Shui colocou uma sugestão de quarto ideal na sua capa, com uma cama onde o infeliz ocupante ficaria com a cabeça em baixo da janela.

Casas são construídas à nossa imagem e semelhança

Da mesma forma que as portas, são a boca da casa, as janelas são os olhos, já que construímos as nossas casas a nossa imagem e semelhança. Através das janelas olhamos para o mundo lá fora, e o mundo nos espia também. Quando dormimos, devemos romper temporariamente com esse mundo exterior do qual nos assenhoreamos através dos olhos e dos outros sentidos.

Como a janela é o olho da casa, se dormimos debaixo da janela, o nosso inconsciente vai captar a sensação de insegurança, de estímulo de vigília, que pode atrapalhar o sono, e até interferir, na qualidade dos nossos sonhos. Isso pode com o tempo poderá gerar uma agressividade, uma desconfiança crônica, e até um estado de paranóia no indivíduo.

Já que estamos falando dos efeitos do mau Feng Shui no sono, e a cama com os "pés" na direção da porta? Aqui, o efeito é o inverso. Essa posição que os chineses chamam de "posição da morte", pode transformar o indivíduo em vítima, fragilizando-o, uma vez, que a porta "rouba" a energia vital que sai pelos seus pés enquanto dorme.

Há outras explicações também, mas por enquanto vamos ficar só com esta. Sei que para os céticos, isso pode parecer brincadeira de quem não é sério, ou não tem o que fazer, mas aos céticos talvez falte um conhecimento mais aprofundado de psicologias, e certamente mais humildade diante de mistérios que a ciência está a anos luz de conhecer.

Há cerca de 15 dias fui fazer uma consultoria de Feng Shui, numa casa de um condomínio fechado em São Paulo. O filho da dona, com 11 anos acompanhando a minha consulta, me disse, "sabe eu não acredito em nada disso." Do alto da sua enorme sabedoria e experiência de vida, ele decretava a falência de 5000 anos de conhecimento. Mas isso é normal, e muito sábios agem exatamente igual a esse menino.

A manifestação de estruturas agressivas e desestabilizantes está por toda parte: das colunas quadradas e paquidérmicas que aterram o ambiente, criando dificuldade ao fluir do Ch'i, e naturalmente ao nosso, às escadas em frente as portas, que literalmente "serram" a nossa presença, nos confrontando com o desafio sacrificial de escalar a "montanha".

As paredes rachadas e descascadas, que acenam ao nosso inconsciente com a ameaça da pobreza, das relações rachadas, da decadência. As cozinhas exíguas, apertadinhas, mal iluminadas nos sussurram que a "mãe provedora", não deve ser generosa pois está magra, e sem vida, incapaz de nos alimentar com abundância.

E o que dizer da "arte" que muitas vezes decoram casas e escritórios? Estátuas de pessoas mutiladas (em geral mulheres), quadros de lutas, paisagens devastadas, cenas de pobreza e miséria, casario em decadência, pessoas tristes, cabisbaixas. Olhar (mesmo sem ver) para esses estímulos todos os dias faz um estrago, que só não é maior por que não temos consciência dessa relação de causalidade.

Os sinais de um passado de graves dificuldades foram levados para dentro das casas, mesmo as casas dos ricos que hoje nem imaginam o que os seus ancestrais passaram. Isso acaba causando stress, desestabiliza as relações pessoais e familiares, estimula a violência, o medo, as doenças oportunistas.

A preocupação com a guerra no Golfo, deve nos lembrar que temos outras guerras, menores é claro, mas devastadoras por que são silenciosas como a neve que cai, dentro de nossas casas e ambientes de trabalho.

Qualidade de vida

Quem busca a paz, e a qualidade de vida, deve olhar para dentro de sua casa, de seu escritório, e descobrir onde está a artilharia, os aviões, e as minas terrestres inimigas. Neutralizar os focos de tensão e stress na arquitetura e decoração da casa, é tarefa urgente, e fundamental para quem quer paz e qualidade de vida.



Por Roberto Goldkorn

Imagens: google.com

Por que as pessoas são más?

Do mal: a verdadeira cara do Diabo!

Há cerca de trinta anos, a antena do meu fusca foi quebrada em frente a minha casa. Naturalmente, fiquei muito bravo. Mas, no dia seguinte, ao descer a rua vi um bando de meninos brincando, e dois deles lutavam "espada" - uma das "espadas" era a ex-antena do meu carro.

Na época, aquilo me deu uma inexplicável sensação de alívio. Menos de um mês depois, ao descer para trabalhar, vi consternado que a nova antena havia sido quebrada novamente, só que dessa vez, ela ainda estava lá, presa apenas por uma lingüeta de metal. Foi quebrada só porque estava inteira, pelo prazer de destruir. A minha revolta foi grande. Eu ainda não sabia, mas, aquele episódio, iria desencadear uma busca pelo entendimento do Mal, aquilo que eu chamaria duas décadas mais tarde de o Mal Absoluto.

A gratuidade do Mal, o Mal pelo Mal, é que me fascinava, na mesma proporção que me revoltava e despertava fogos internos de paladino vingador. Mas, eu nem podia imaginar que vivíamos em tempos ainda inocentes em relação ao Mal Absoluto.

Recentemente, assisti pela TV, a transmissão de uma fita de áudio feita através de escuta, em celulares de uma prisão carioca. Nela o traficante falava com seus comparsas, que estavam no local onde executavam a ordem de prender, torturar, quebrar ou cortar as mãos e os pés, de um homem, acusado de tentar seduzir uma das mulheres do traficante.

O facínora encarcerado pediu para falar com a sua vítima. A voz do homem, torturado, mutilado, humilhado, vivendo em câmera lenta a sua própria morte, me passou uma sensação tão terrível que seria impossível transmitir aqui com palavras. Mais uma vez, estava diante do Mal Absoluto, aquela instância do mal, que ultrapassa qualquer sentido funcional, "lógico", como, por exemplo, quebrar uma antena para ter uma "espada" e poder brincar com os amigos.

Nesses anos todos de estudos e elucubrações, uma idéia insiste em resistir, é a de que o Mal Absoluto, tem uma origem sobre humana.

Para mim, o Diabo, é o Senhor do Mal Absoluto, e o Diabo não passa de uma colcha de retalhos fortemente agregada de todos os pensamentos, sentimentos, e ações sentidas pelo homem como Mal.

Desde os primórdios da humanidade, os indivíduos tiveram a percepção do Mal, fosse ele as garras de um tigre de dentes de sabre dilacerando a sua cria, um vulcão destruindo aldeias, ou outros homens matando e aprisionando para obter território e poder.

Essas emoções, pensamentos, são coisas vivas, como já dizem os ocultistas há pelo menos 4 mil anos. Os cientistas da ex-União Soviéticas deram um nome à unidade dessa energia do "pensamento" de Psitron, e fizeram centenas de experimentos para aferir a sua existência.

Assim, o Diabo, seria uma espécie de espantalho, uma egrégora como dizem os místicos, formado de cada grito de ódio, cada tapa na cara, cada gemido de dor, dos olhos arregalados de pavor, do medo paralisante, do prazer mórbido do vampiro, do sangue derramado e das lágrimas de sofrimento.

O Diabo foi criado a partir dos sofrimentos reais e imaginários, porque são humanos, e muito do sofrimento é apenas cultural (lembrem-se da mulher que ao pegar o marido se deleitando na cama com outra se rasga e se martiriza dizendo: "por que ele fez isso comigo?"

Na verdade ele estava fazendo isso com a outra). Esse Diabo-colagem passa a ser mais que a soma dos seus componentes, e sem ser humano apesar da sua origem, começa a necessitar de "alimento" mais forte, mais puro, como qualquer viciado.

Já não lhe basta o mix de emoções e sentimentos vindos de uma guerra por território ou por comida, ou por quaisquer que sejam os motivos alegados. Ele quer o Mal sem atenuantes, o Mal puro sem misturas, a chamada pasta básica do Mal. Assim ele envia os seus tentáculos-seringa para dentro dos humanos, enterrando até o talo, onde percebe que o terreno é promissor, "fértil".

Assim concluí que o Diabo existe, não na forma como apregoam as igrejas, que contrataram seus pobres diabos particulares para extorquir os seus incautos fiéis, em pantomimas tristes, ridículas, que se o Diabo espantalho fosse capaz de rir, já estaria morto de tanto.

O Diabo existe como main frame de um colossal sistema, com milhões de terminais em cada um de nós, a maioria Graças A Deus inoperante. Na sua sanha de fome e sede da droga do Mal Absoluto, ele está sempre tentando ativar esses terminais em você e em mim. Conseguirá? Terá sucesso em fazer do mundo, ou seja, de nós humanos, um cachimbão do crack do Mal, e nos fumar, enquanto furamos os olhos uns dos outros, e rimos?

A resposta recebi ontem, via e-mail, do meu filho:

Um velho e sábio índio, falando sobre a sua alma, disse:

"Dentro de mim, existem dois cachorros. Um é mau, perverso, terrível. O outro é bondoso, do bem, e eles vivem brigando". Ao ser perguntado, qual o cachorro que ganhará a luta, respondeu:
"Aquele a quem eu alimentar".



Por: Roberto Goldkorn
Imagens: google.com

Seja fiel aos seus sentimentos




O maior "erro" de fingir ser forte
o tempo todo é que as pessoas passam
a acreditar que você não tem sentimentos!




Autoria: Aninha de Paula
Imagens: google.com

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Quando me tornei invisível

Já não sei em que data estamos. Nesta casa não há folhinhas e, em minha memória tudo está revolto.

As coisas antigas foram desaparecendo. E eu também fui apagando sem que ninguém se desse conta.

Quando a família cresceu, me trocaram de quarto. Depois, me passaram a outro menor ainda acompanhada de minhas netas. Agora ocupo a edícula, no quintal de trás.

Prometeram-me trocar o vidro quebrado da janela, mas se esqueceram. E nas noites, por ali sopra um ventinho gelado que aumenta minhas dores reumáticas.

Um dia a tarde me dei conta que minha voz desapareceu. Quando falo, meus filhos e meus netos não me respondem. Conversam sem olhar para mim, como se eu não estivesse com eles.

Às vezes, digo algo, acreditando que apreciarão meus conselhos. Mas não me olham, não me respondem. Então, me retiro para o meu canto antes de terminar a caneca de café.

O faço para que compreendam que estou enojada, para que venham procurar-me e me peçam perdão… Mas ninguém vem.

No dia seguinte lhes disse:

- Quando eu morrer, então sim vão sentir minha falta. E meu neto perguntou:- Estás viva, vovó? (rindo-se)

Estive três dias chorando em meu quarto, até que numa certa manhã, um dos meninos entrou a jogar umas rodas velhas…

Nem o bom dia me deu. Foi então quando me convenci de que sou invisível. Uma vez, os meninos vieram dizer-me que no dia seguinte iríamos todos ao campo.

Fiquei muito feliz. Fazia tanto tempo que não saía! Fui a primeira a levantar. Quis arrumar as coisas com calma. Nós, os velhos tardamos muito, assim, me ajeitei a tempo para não atrasá-los.

Em pouco tempo, todos entravam e saíam da casa correndo, jogando bolsas e brinquedos no carro. Eu já estava pronta e muito alegre. Parei na porta e fiquei esperando. Quando se foram, compreendi que eu não estava convidada. Talvez porque não cabia no carro.

Senti como meu coração se encolhia, o queixo me tremia como alguém que tinha vontade de chorar. Eu os entendo. São jovens. Riem, sonham, se abraçam, se beijam.

E eu... Antes beijava os meninos, me agradava tê-los nos braços, como se fossem meus. E, até cantava canções de berço que havia esquecido.

Mas um dia…Minha neta acabava de ter um bebê. Me disse que não era bom que os velhos beijassem aos meninos por questões de saúde.

Desde então, não me aproximei mais deles. Tenho tanto medo de contagiá-los! Eu os bendigo a todos e os perdôo, porque... que culpa eles têm, de que eu tenha me tornado invisível?




Por: Silvia Castillajon Peral

Imagens: google.com


terça-feira, 1 de maio de 2012

O verdadeiro sentido da família

Temos muito a aprender sobre família, viu gente? A grande maioria pensa que ela se resume a laços consangüíneos quando isso é o que menos importa. Outros acreditam que, por pertencerem a um grupo familiar, todos os seus componentes devem ter os mesmos valores e seguir os mesmos caminhos. Nada a ver. Obviamente que é possível estabelecer a afinidade entre seus membros, mas ninguém é igual a ninguém dentro da mesma família. É preciso, acima de tudo, aceitar as diferenças existentes entre todos.

Mas o que é exatamente isso? Simples. Aceitar diferenças é ter compreensão, abertura e diálogo. Geralmente, quando não aceitamos alguma coisa, queremos pura e simplesmente impor um modelo. Ou seja, é preciso agir assim, lidar com o dinheiro desse jeito, fazer aquilo outro da outra maneira etc. Como muitos pais que estabelecem um modelo rígido de educação. Resultado: é um tal de filho mentir pra pai e mãe… Na frente dos pais, eles são uma coisa. E, por trás, mudam completamente. Triste, não?

É impressionante como é comum as pessoas não aceitarem as diferenças. A gente se fecha tanto em nossas vidas, nos próprios valores e verdades que não toleramos sequer uma idéia oposta à nossa, sem julgar. Tente, portanto, seguir essa linha de raciocínio: “A cabeça daquela pessoa é assim, a vida dela é essa, ela está bem assim, pode me contar tudo que eu não me choco nem critico. Não sou juiz, sou amiga.” Uma conduta dessas dá contato. Se, por outro lado, você condena o outro, ele acaba se afastando. Isso é óbvio! E não só na família, como em qualquer relacionamento. E não adianta vir a mãe com aquelas frases: “Te amo, quero o teu bem, portanto, faça isso ou aquilo.” Reflita comigo: será que esse bem é realmente o bem do filho?

Vamos lá, pessoal, aposte na flexibilidade. Sem ela, os laços se rompem. Com ela, os laços se ampliam. Ou aceitamos as diferenças e aprendemos a conviver com elas… Ou não convivemos com ninguém. Pare de brigar com a realidade. Você sofre, se desgasta, principalmente quando não pode controlar a realidade. Por conseqüência, a raiva, a preocupação e o nervoso entram em cena. Deixe de querer mudar o outro. Isso é um verdadeiro desrespeito. O importante é ter paz e equilíbrio. Dois filhos podem ser super amigos. Outros podem se dar bem só com amigos de fora. As relações dentro da família vão se estabelecer como podem, não como “devem”.

Aliás, não existe família ideal, e sim família real. Aceitar a individualidade de cada um é a base do elo. Não importa em que lar tenhamos nascido, mas sim se podemos ser o que queremos. Essa liberdade é tudo. Sentimento de família é elo social, elo humano. Não está restrito só aos filhos, maridos, avós, primos etc. Ele está na esfera social. E, quando você realmente souber aceitar as diferenças, os valores e as vontades alheias, no mínimo, conquistará uma atitude mais fraternal de todos aqueles ao seu redor. Como aquela pessoa que, sem fazer nada, todo mundo vai lá enchê-la de beijos, abraços e carinhos. O segredo desse carisma? Abertura. Pratique-a dentro da sua família! Pratique-a em todo lugar.




Por: Luiz Antonio Gasparetto
Imagens: google.com