segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Vende-se Manual de Conduta no Amor!

Você compraria? Acha mesmo que é possível alguém criar um manual onde estejam relacionados os comportamentos ideais para se ter numa relação?

Sei que todos nós gostaríamos de obter respostas e um conhecimento ao menos básico para saber como agir em alguns momentos tão delicados de nossas vidas, mas existe uma enorme diferença entre buscar sabedoria (tanto a interior quanto aquela que podemos adquirir com outras pessoas) e acreditar que existe um manual pronto.

Não existe, felizmente. Cada um de nós tem as condições necessárias para fazermos nossas próprias escolhas. Precisamos apenas nos empenhar para conhecermos nossas ferramentas e aprender a usá-las cada vez mais corretamente e coerentemente.

No entanto, ainda tem muita gente agarrada a crenças limitantes, a verdades parciais e a conceitos medíocres. Eu mesma me pego, algumas vezes, presa a idéias extremamente cerceadoras. E me dei conta disso, inspirando-me inclusive para este artigo, quando fiz uma afirmação durante minha sessão de terapia, convicta de que estava enxergando a situação de forma muito clara e, de repente, minha terapeuta retrucou: Rosana, onde é que está escrito isso? Quem disse que tem de ser assim e de que esta é a única possibilidade?!?

É isso: quem disse? Onde está escrito? E mesmo que alguém tenha dito ou que esteja escrito em algum lugar, será mesmo que só existe um caminho, uma resposta, um modo de interpretar o que foi dito ou escrito? Certamente não! Somos uma infinidade riquíssima de caminhos, respostas e interpretações e é isso que nos possibilita a evolução, em todos os sentidos!

Por isso, no momento em que você achar que só existe um jeito de sentir, fazer ou viver, pare e se pergunte: quem disse que só pode ser desta maneira?!? E tente encontrar um comportamento mais seu, mais harmonioso, com o que você realmente acredita e quer para a sua vida.

Foi traído? Quem disse que não há perdão?!? Ou onde está escrito que você é obrigado a aceitar e continuar como se nada tivesse acontecido?!? O outro não ligou? Quem disse que você não pode ligar? Ou onde está escrito que é sempre ele quem deve tomar a iniciativa?!? A relação acabou? Quem disse que você não pode tentar reconquistar a pessoa amada?!? Ou onde está escrito que você não pode sofrer por alguém que não quer mais ficar com você?

Gente, não existe Manual de Conduta no Amor. Sendo assim, trate de refletir, buscar suas próprias respostas, entrar em contato com seu coração e parar de engolir regras, aceitar paradigmas, imitar comportamentos que não são seus. Assuma-se e veja no que dá. Pode ser que dê errado, mas pode ser que dê certo. Se der certo, ótimo; e se der errado, aprenda, cresça, tente de outro jeito, lembre-se de que os erros fazem parte absoluta do acerto final. Não existe sucesso, conquista ou mérito sem que tenha havido enganos, equívocos, quedas e fracassos.

Parece-me que a maior angústia dos tempos atuais é essa idéia absurda de que temos de fazer tudo certo, acertar sempre, saber a resposta para todos os problemas e estar sempre bem, feliz, sorrindo. É uma cobrança insana, improdutiva, que só nos traz ansiedade, conflitos e uma necessidade imensa de criar uma máscara de super-herói.

Precisamos urgentemente aceitar mais nossa humanidade, imperfeição e condição de aprendizes. Precisamos não transformar as derrotas e perdas em condenações e culpas que se arrastam indefinidamente.

Consciência e responsabilidade, sim! Mas condutas engessadas, que não condizem com nossos sentimentos, nunca! Prejudicarmos os outros ou passar por cima dos sentimentos alheios para satisfazer os nossos, jamais! Mas permitirmo-nos mais e demonstrarmos mais nossas fragilidades, sempre que assim nos sentirmos!

Porque toda vez que a gente se coloca numa relação ou diante de alguém com o coração aberto e transparente, algo se transforma no mundo... e para muito melhor, com toda a certeza!


Por: Rosana Braga


Imagens: google.com


Lavanda

Como já disse a lavanda é reconfortante, feche seus olhos imagine-se num campo de lavandas francesas, sinta seu aroma floral, sinta o abraço da lavanda lhe trazendo a calma e o conforto, aliviando seu stress, a ansiedade e a depressão. Curando as feridas da alma e trazendo boas energias, sinta a sensação de liberdade e de paz.

Planta nativa da região mediterrânea, a principal produção de seu óleo é na França. Seu nome deriva-se do latim "lavare" que significar lavar. O óleo essencial de lavanda tem vasto leque de indicações, como ser hipotensora, sedativa, bom para dores musculares, queimaduras, dores de cabeça, acnes, regenerativa da pele e etc. Particularmente é um dos óleos essenciais que mais é usado nos tratamentos terapêuticos, a lavanda tem uma propriedade muito equilibradora, no primeiro momento já produz uma sensação de paz e como seu próprio nome diz lavar ou seja retirar as energias negativas.


Imagens: google.com


domingo, 6 de outubro de 2013

Admitir erros abre o caminho

"De nada adianta disfarçar, dissimular e teatralizar comportamentos. Não é a quantidade de erros que determina a grandeza de um discípulo, mas sua capacidade de reconhecê-los.

Uma pessoa pode ter mil defeitos, mas, se tiver a coragem de admití-los abre caminho para ser curada. Nada podemos fazer por uma pessoa que se esconde dentro de si, a não ser que ela tenha uma psicose."


Augusto Cury


Imagens: google.com


Mãos e equilíbrio

Essa técnica funciona- faça o teste.

A mão direita representa o "aqui agora" e a... mão esquerda o "passado".

Aproveitem para fazer isso quando vocês forem ao cinema, assistir uma palestra, TV, fila de banco, viagem ou qualquer lugar que vocês possam pegar em seus dedos e esperar pulsar.

O toque é na intensidade de quando a gente pega um passarinho. Sem apertar.
Depois que começar a pulsar, espera uns 3 minutinhos e aí muda de dedo.

Memorizem cada dedo e os órgãos a que eles se relacionam porque aí vocês vão poder se cuidar sabendo realmente aonde vocês estão estimulando a energia passar. Quando a energia não passa direito no órgão é aí que vem a doença.

Envolva, suavemente, com uma mão, o dedo correspondente da mão oposta, por alguns minutos.

Dedo Polegar

- Melhora a digestão de alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor e nos torna receptivos ao toque e carinho.
- Preocupações e ‘ruminações mentais’ desaparecem.
- Ajuda estômago, baço e pâncreas
- Bloqueia uma dor de cabeça que está começando.

Dedo Indicador

- Traz coragem, fortalece o desejo de viver, harmoniza a circulação dos fluidos corporais e o sistema muscular.
- Dissolve o medo e as inseguranças.
- Ajuda rim e bexiga.
- Evita uma dor nas costas que está iniciando.

Dedo Médio

- Expande o sentimento de compaixão, a lucidez mental, a criatividade regula a harmonia interior do corpo.
- Elimina a raiva, frustrações e irritabilidade.
- Ajuda fígado e vesícula biliar.
- Melhora a visão e revitaliza a fadiga geral.

Dedo Anelar

- Promove a alegria, a esperança, o soltar do passado e o se abrir ao novo; dá vitalidade e energia ao corpo.
- Afasta a tristeza, negatividade e o pesar.
- Ajuda os pulmões e o intestino grosso.
- Harmoniza a respiração e desconforto no ouvido.

Dedo Mínimo

- Conecta com a intuição, aumenta a auto-estima, harmoniza o sistema esquelético.
- Termina com pretensão, julgamentos, comparações e esforço.
- Ajuda coração e intestino delgado.
- Evita uma dor de garganta que está iniciando.

Centro da Palma da Mão

(Juntar os dedos da mão oposta e colocá-los no centro da palma da mão)

- Traz sensação de paz profunda e de unidade com o universo.
- Dissolve o desânimo.
- Ajuda diafragma e fluxo do umbigo.
- Harmoniza corpo, mente e espírito mutuamente e com o universo.


Fonte: http://asasdavitoria.blogspot.com.br


Imagens: google.com


Legislação Mental

Assim como na física, química e outras ciências existem leis que regem os seus funcionamentos, a mente humana também tem a sua legislação.

Os cientistas têm que recorrer as leis naturais ou estabelecidas conforme as CNTP (Condições normais de temperatura e pressão), para que uma experiência seja bem desenvolvida e apresente resultados qualitativos e quantitativos, a mente também precisa de normas a ser seguidas para que possamos trabalhar o nosso dia-a-dia. Afinal, temos um cérebro, regido por uma mente e não sabemos usá-lo.

A Lei da Substituição é uma das fundamentais. Estou querendo dizer que quando um pensamento indesejável estiver circulando na nossa mente, basta substitui-lo por outro. Um pensamento você não pode colocar de lado e pegar outro, como se pega uma coisa, exemplo uma vassoura e depois a coloca num canto e pega um pano. Na mente, temos que substituir mesmo e a única maneira é trocar o pensamento negativo por um pensamento positivo. Se lhe falar: não pense na cor verde.... óbvio já pensou nela, ou não vou mais pensar na cor verde.... tá lá de novo caracterizando o verde na sua mente. Mas se você começa a observar outros acontecimentos, ouvir música, bater papos diferentes em relação a este pensamento, você está o substituindo por outro. Isto é substituição. Quando os pensamentos negativos vierem à sua mente, não lute contra eles, mas pense em alguma coisa positiva, de preferência em Deus. Mas, se isso for difícil no momento, pense em qualquer idéia positiva ou construtiva.

Às vezes acontece que certos pensamentos negativos tendem a dominá-lo de uma certa forma que não consegue se desvencilhar. A estes casos costumamos chamar de “crise de depressão, angustia ou quem sabe raiva”. Em casos assim é bom procurar uma ajuda amiga para conversar sobre qualquer assunto, menos sobre o que lhe perturba, ir ao cinema, teatro, praia, ler um livro interessante, ou procurar uma ajuda profissional: um psicólogo por exemplo. Se você se sentar para lutar contra a maré negativa, o mais provável é que a aumente.

Quando se fala em mente, fala-se muito na palavra relaxamento “é preciso relaxar!” , este é um chavão muito ouvido no popular, mas tem um grande fundo de verdade. Em toda a atividade mental o esforço derrota a si mesmo . Pois quanto maior for o esforço, menor é o seu resultado. No plano físico funciona de outra forma, ao contrário mesmo: quanto maior o esforço, maior o resultado, mas em muitos casos as leis da mente são o inverso das leis da matéria.

No físico, quanto mais força você usa na marreta, mais pedra você quebra com facilidade. O exato oposto ocorre com a mente, pois qualquer tentativa de pressão mental levará ao fracasso, pois começa a gerar uma tensão e com isto a mente para de funcionar criativamente. Quando você tenta forçar as coisas mentalmente, simplesmente para o seu poder criativo. Para permitir que a sua mente volte a ser criativa, deve retirar-lhe a tensão por meio de um relaxamento consciente.

No processo de relaxamento é que começa a nossa libertação. A dicotomia espírito e matéria se afastam, dando liberdade a mente, que é o espírito encarnado. Freud já nos ensinou sobre os mecanismos da mente humana. Temos o consciente, subconsciente e inconsciente.

Precisamos trabalhar o lado positivo da nossa mente...

O lado positivo da mente podemos falar que seja a vontade de fazer e a certeza que fará. Muitos chamam isto de Fé. Se você tiver a fé do tamanho do grão de mostarda, dirá para o monte se afastar e ele se afastará. Tudo bem. Mas hoje nós temos a fé raciocinada, direcionada, pensada, qualificada e quantizada. Temos os mecanismos mentais, que se tornaram científicos a partir de Freud e Carl Jung.

Estes mecanismos são: Consciente, subconsciente e Inconsciente e da parte de Carl Jung completamos com o Inconsciente Coletivo.

Vamos por etapas:

Consciente:

"É o estado do aqui e agora", nós temos conhecimento dos acontecimentos instantâneos e periféricos. Podemos com este conhecimento resolver muitos problemas.

Subconsciente:

"É o estado passado, mas que podemos ter acesso, lembrar, recordar com relativa facilidade", é o intermediário entre o consciente e o inconsciente.

Inconsciente:

“É onde estão localizados todos os conhecimentos adquiridos nesta vida, e que nós não lembramos mais”.

Ex: Textos de diversos livros, conversas com detalhes que tivemos com certas pessoas há alguns anos passados, como foi o 13º dia após o seu segundo aniversário. Realmente estes fatos nós não recordamos, mas eles estão arquivados em nosso inconsciente. Digo mais. As nossas vidas passadas também estão em nosso inconsciente. Todas as experiências vividas e o conhecimento adquirido.

Inconsciente coletivo:

Agora vem a parte mais interessante do nosso inconsciente. O inconsciente coletivo é a "faculdade" de interligar os inconscientes. Todos os seres estão interligados inconscientemente. Seres vivos orgânicos, inorgânicos, enfim tudo se comunica no universo. É uma grande teia, é uma internet mais evoluída.

Existem mecanismos que buscam disciplinar a nossa imaginação, o nosso poder mental. Pois todo poder mental tem origem na forma de imaginação. Temos que aprender a imaginar o nosso desejo para que este mecanismo fabuloso comece a trabalhar. Ele funciona no seguinte esquema:

Consciente/ Subconsciente/ Inconsciente

O nosso consciente é o estado do aqui e agora. Estamos querendo resolver este ou aquele problema e lutamos com o nosso conhecimento consciente e às vezes subconsciente para resolve-lo e não conseguimos. Muitos desistem. Mas as informações que ficam no subconsciente (esquecidos) para determinados problemas são sugados pelo inconsciente. Neste instante entra em ação o nosso conhecimento guardado sob centenas de chaves:

O nosso conhecimento inconsciente.

Ai está a Inteligência Universal, nele está a divindade.

Mas como colocar conscientemente o nosso desejo no inconsciente para que ele se comunique com o inconsciente e este de posse de toda tecnologia cósmica possa resolver as nossas questões?

Já foi falado: Tenhas fé. E respondem: Mas eu tenho e nada acontece!!!

Geralmente a fé está associada a algo de religioso. Ter fé em Deus, em Jesus, numa santa ou num santo. É desta forma que as ordens religiosas tornam-se forte. Mas será que estas "divindades" estão junto a nós no momento do reclame da fé?

Respondo que de uma certa forma sim, mas não como acreditamos.

O fenômeno da fé é brilhantemente concluído por Allan Kardec, quando escreveu que a fé deve ser raciocinada. Muitos espíritas ainda não entendem o que é Fé Raciocinada. A fé raciocinada é quando você usa os meios racionais, isto é, toma consciência do fato desejado. Depois, introjeta o desejo no subconsciente, e este se comunica com o inconsciente, onde é o depositário de toda a tecnologia cósmica. Pois dentro de nós há um projetista, um arquiteto, um tecelão, um químico, um matemático, enfim todo o conhecimento aglutinado e pronto para entrar em ação. Eles tomam a imagem da sua mente e moldam-na segundo um padrão de vida que proporciona paz, alegria e vitória a você. As maiores e mais ricas galerias são as galerias da mente, dedicadas à sabedoria, à verdade e à beleza.

Imagine o seu ideal na vida: viva mentalmente com esse ideal. Deixe o ideal cativar a sua imaginação perceptiva. Você se moverá na direção da imagem mental que governa a sua mente. Os ideais da vida são como o orvalho do céu que passa pelas regiões áridas da sua mente, refrescando-as e revigorando-as. Com a sua imaginação disciplinada você pode pairar acima de todas as aparências, a discórdia e a noção de prova, e imaginação a maneira como as coisas deveriam ser enquanto compreende o sublime princípio de harmonia que opera através, em e por trás de todas as coisas. Rejeite a prova dos seus sentidos e compreenda que o interior controla o exterior. A sua imagem mental é a realidade, ou o interior, e sua manifestação externa, ou forma, é o exterior.

No processo de relaxamento, as tensões físicas são quebradas, e devido a isto, a parte espiritual se coloca mais livre em relação as correntes que o prendem ao corpo. Este desprendimento faz-se com que tenhamos além dos 5 sentidos naturais (visão, audição, olfato, paladar e tato), mais uma condição sensorial: a PES (Percepção Extra-Sensorial), que nos coloca com condições de telepatia, premonição, vidência, clarividência e outros mais.


Fonte: http://www.psicenter.psc.br/leis_mentais.htm


Imagens: google.com


Invasões energéticas

As pessoas mantém um espaço que pode ser classificado como íntimo e pessoal. Esse espaço é definido como a área ao redor do corpo que, normalmente, só permitimos que certas pessoas ultrapassem. Este espaço é uma área com limites invisíveis que cercam nosso corpo, é um território portátil que nos acompanha em todos os lugares, e um espaço com uma margem de segurança, e no momento que algo penetra este local, pode surgir uma reação de esquiva ou de enfrentamento. Este espaço diz respeito às funções físicas, psíquicas, mentais, emocionais e espirituais de cada ser humano.

Quando essas áreas ao redor do corpo são ultrapassadas sem permissão, ocorre a invasão energética, e as pessoas geralmente reagem das mais diversas maneiras, indicando incômodo, como por exemplo: afastamento, desvio de olhar, tamborilar os dedos, cruzar os braços, mudar orientação do corpo, inclinação do corpo, afastar-se, cruzar as pernas e etc. Nota-se que é muito comum, quando uma pessoa se sente invadida ter uma mudança corporal.

A invasão do espaço pessoal e suas consequências refletem grande complexidade nas relações humanas, pois o espaço do indivíduo vai muito além do que enxergamos, uma vez que além do corpo humano e de uma distância física, normal entre os indivíduos, há uma “capa invisível” que o reveste e varia de pessoa para pessoa, sendo carregada de conteúdos emocionais e interpretado pelas pessoas como seu, assim o mesmo o espaço físico entre as pessoas mantém uma margem de segurança necessária.

Veja 3 comportamentos que levam uma pessoa a invadir energeticamente, a outra:

1) Imaturidade afetiva: quando o adulto apresenta dificuldade de dar, oferecer e nutrir o outro de afeto, apresentando comportamentos de dependência ou insegurança.

2) Egocentrismo: o adulto está centrado em si mesmo, aquele indivíduo que perde contato com o que o rodeio e cria necessidade de ‘roubar’ energia dos outros para conseguir sobreviver por estar centrado em si mesmo com dificuldades de receber e estabelecer trocas.

3) Competição: o adulto que apresenta necessidade de sobrepujar a todos e precisa de mais energia do que consegue captar das fontes de energia naturais e detecta ser mais prático retirar energia de outros seres humanos.

A invasão ocorre no estabelecimento de cordões de energia: de um lado aquele que adentra o espaço pessoal do outro, e por outro o que permite que o invasor entre em seu espaço: estabelece-se uma relação de dependência e consentimento.

A invasão ocorre quando o invasor tem a intenção de tirar a vitalidade do outro e a única forma para isso ocorrer é fazer com que o outro saia do seu eixo, perdendo o equilíbrio mental e emocional, debilitando o sistema de defesa do corpo sutil.

Veja alguns comportamentos típicos de quem está pronto a lhe invadir – consciente ou inconscientemente:

1) Sabe aquele tipo galanteador, cheio de mesuras, o tipo ‘puxa-saco’ que alimenta o ego e cobre o outro de lisonjas e falsos elogios? Aduladores vivem energeticamente às custas de quem os escuta.

2) Sabe o tipo cobrador, que quando se dirige às pessoas é para cobrar alguma coisa? Que após algum tempo que não te vê, em vez de perguntar ‘Como vai? Está tudo bem com você?’ ele diz ‘Onde você anda? Sumiu!’? Caso você aceite esta cobrança, tenderá a sentir-se culpado por não ter lhe dado muita atenção, atenção essa que ele se acha merecedor. Poderá ser a sua perdição e logo ele estará ‘mamando na sua energia vital’. Cabe à você tomar uma atitude, como, por exemplo, dizer: ‘Esperei você dar o ar da graça!’, desta forma você bloqueará o impulso invasivo do outro.

3) Sabe o tipo ‘coitadinho’: pessoas que gostam de despertar um sentimento de dó, ou de pena e relata seus sintomas e suas dores? Ao acabar ele provavelmente estará ótimo e você, sua vítima, um trapo.

4) Sabe aquele tipo que faz uma pergunta após outra, sem nenhum tipo de interesse genuíno pelas respostas? Diante de tantos questionamentos, a pessoa sai de seu equilíbrio, pois tantas perguntas atrapalham o fluxo mental, criando-se assim, um campo propício à invasão!

Nesta altura você estará se perguntando como fazer para se livrar deste e de outros tantos tipos de invasões? Pois bem! Só se invade uma casa quando a porta está aberta. O melhor caminho é se perguntar ‘o que me faz permitir este tipo de comportamento, sem delinear meus limites do que eu quero e do que eu não quero?’.

Saiba que existe a possibilidade de você receber e acolher este tipo de relacionamento pelas questões acima descritas: imaturidade emocional, egocentrismo ou competição.

A invasão energética é uma via de duas mãos: vai e volta, é o estabelecimento de fluxo e refluxo. É uma relação de dependência e consentimento! Observe seus encontros, principalmente os que podem lhe causar incômodos!

Por: Renata Moreira
Renascimento


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Compreendendo o orgulho

"Quando descobrimos, que absolutamente nada é definitivo, inclusive a vida, compreendemos a inutilidade do orgulho, a tolice das disputas, a estupidez da ganância, a mesquinhez da arrogância, e a incoerência das tolas mágoas."


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