quinta-feira, 13 de junho de 2013

Para ser feliz, é preciso sair do papel de vítima



A depressão é fruto da insatisfação. Se você vive infeliz, perdeu a alegria de viver e deseja encontrar uma saída, o primeiro passo é deixar a cômoda posição de vítima, seja lá do que for, a assumir a responsabilidade por sua vida. Você vai desfilar um rosário de queixas, alegar que a vida é dura, que as pessoas não a compreendem, que são cruéis e que tudo para você tem sido difícil, que você tenta, não consegue e, por esse motivo, perdeu a esperança de ser feliz. Só lhe resta “aguentar” a convivência complicada com a família, as dificuldades financeiras, os problemas de saúde… Para você, nada dá certo. Pensando assim, você vai continuar sendo infeliz e a cada dia sua situação vai piorar. A vida vai prosseguir “apertando o cerco” até que você chegue a seu limite. Nesse dia vai descobrir que sua felicidade só depende de você. Passará da passividade à ação.

Deus não criou ninguém menos. Embora existam diferentes níveis de evolução, e alguns estejam mais conscientes do que outros, a essência divina está em todas as pessoas. Você tem tanto poder quanto os que “têm sorte”. A diferença é que eles o usam de maneira certa, enquanto você, não.

Os resultados são diferentes, mas cada um colhe exatamente o que plantou. Se você está infeliz e as coisas dão errado, é hora de rever suas crenças e perceber como está atraindo isso. O fracasso não existe. A vida dá de acordo com o que recebe. Se só crê no negativo, se apenas enxerga o lado negro das coisas, é isso o que vai ter. Buscar a lição, o lado produtivo, aprender, é resolver as dificuldades com inteligência, abreviar e até dispensar a dor. Comece se perguntando: “Como é que eu me deprimo?”. Aí vão algumas dicas:

1) Você não confia em si mesma, espera tudo dos outros, paralisa sua criatividade.

2) Você se julga menos, não confia no seu desempenho, não quer ousar: só faz o que os outros aprovam.

3) Sonha ser heroína. Não faz nada para aprender mais, porém quer ser maravilhosa, nunca errar. Adora elogios e não tolera críticas.

É assim que você se fecha, enfraquece a própria força e condena sua alma a viver infeliz. Todos os limites de sua vida é você quem impõe. A alegria, o prazer, a felicidade vêm da alma. Ela deseja expressar sua luz, alargar a consciência, abrir-se para as grandezas futuras, evoluir! Jogue fora a tristeza, cultive o otimismo. Converse com Deus, peça inspiração. Você é muito mais do que pensa que é. Confie na vida, que trabalha a seu favor!


Zibia Gasparetto

Imagens: google.com

terça-feira, 4 de junho de 2013

Ligações Familiares



Quanto possível, esforça-te – mas esforça-te de verdade – para viver em harmonia com os parentes que te pareçam menos afinados com os teus pontos de vista.

No Plano Físico, não nos achamos vinculados com alguém, nos laços da consangüinidade, sem justa razão de ser.

Aqueles que alimentam ódio e aversão, quando desejosos de melhoria, são induzidos por Benfeitores da Vida Sublimada, a se reencarnarem juntos, a fim de apagarem as labaredas de discórdia que lhes atormentam a vida íntima, através de provações atravessáveis em comum.

Se os propósitos desse ou daquele familiar te parecem claramente opostos aos ideais superiores que abraças, abençoa-o com os teus melhores pensamentos e não lhe barres os passos no caminho das experiências que se lhe fazem precisas.

Não desprezes teus pais ou teus filhos por serem desorientados ou doentes, porque talvez tenhas sido, em existências já transcorridas, a causa direta ou indireta dos desequilíbrios ou enfermidades que patenteiam.

Em muitas ocasiões, terás renascido em consangüinidade com parentes rudes e, às vezes, cruéis, unicamente por amor a eles, de modo a auxiliá-los na transformação necessária, com as tuas demonstrações de tolerância e paciência, devotamento e humildade.

Se depois de sacrifícios inumeráveis em favor de parentes determinados – e isso acontece freqüentemente entre pais e filhos – notas, no íntimo, que a tua consciência se reconhece plenamente quitada para com eles, sem que esses mesmos familiares, após longo tempo de convivência, demonstrem o mínimo sinal de renovação para o bem, deixa que sigam a estrada que melhor se lhes adapte ao modo de ser, porque as Leis da Vida não te obrigam a morrer, pouco a pouco, a pretexto de auxiliar aos que te recusam o amor.

Uma criança terna e inesquecível que retorna ao Mais Além, nos primeiros tempos da infância, quase sempre é um coração profundamente dedicado ao teu progresso espiritual que apenas regressou ao teu convívio doméstico, a fim de acordar-te, para as realidades da alma, através da saudade e da afeição.

Se não tens a devida força para carregar os compromissos que assumes diante de uma pessoa, com quem partilhaste as alegrias do sentimento, nunca abandones a criança ou as crianças que houverem nascido de semelhante união.

Educa ou reeduca os pequeninos, sob a tua responsabilidade, enquanto na infância tenra, facilmente amoldável aos teus princípios de natureza superior, mas diante dos familiares erguidos à condição de adultos, respeita-lhes a liberdade de caminhar no mundo, conforme as suas próprias escolhas, porque nem todos conseguem trilhar o mesmo caminho para a união com Deus.


CALMA - Francisco Cândido Xavier
Por: Emmanuel

Imagens: google.com

A felicidade é um jeito de viver



Não curta somente a calmaria, aproveite a tempestade.
Tudo enriquece a vida.
Ela não pode ser vivida somente dentro de uma casa,
a vida tem que ser experimentada dentro do Universo.
A felicidade é um jeito de viver,
é uma postura de vida,
é uma maneira de estar agradecido a tudo,
não somente ao sol, mas também à lua,
não somente a quem lhe estende a mão,
mas também a quem o abandona,
pois certamente nesse abandono
existe a possibilidade de descobrir a força
que existe dentro de você.


Roberto Shinyashiki

Imagens: google.com

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Caminho do meio



Vele cuidadosamente, cada um de vocês e de seus discípulos, a fim de que estejas em guarda para inverter todas as condições negativas que se apresentarem aos sentidos.

Para exemplificar: se os sentidos comunicam frio, inverte sua consciência e afirme que sente calor. Se os sentidos comunicam que há muito calor, inverte- o com a sensação de perfeita frescura normal. Se os sentidos comunicam a vocês uma alegria arrebatadora por causa de uma boa notícia, dizei: “Paz; acalma-te”.

Não convém forçar o equilíbrio alterando a Lei do Ritmo. Determine a calma, o repouso e a segurança. O ideal, em todas as impressões dos sentidos, é manter-se no “caminho do meio”, o equilíbrio, conservando sempre a tranqüila mestria do “EU SOU”.


Do livro de: Saint Germain

Imagens: google.com

Para que o amor se materialize



Vamos falar de amor!

Mas vamos falar sério e objetivo.
Não vamos filosofar, nem poetizar, vamos direto ao ponto da prática:
Você quer ser bem amado, certo?
Você então ama o seu corpo para que ele seja desejado por um outro?
Você adora estar sozinho na sua própria companhia, para que um outro adore também?
Você percebe as suas qualidades, capacidades e é encantado com o seu enorme potencial, para encantar alguém?
Você é espontâneo e verdadeiro, sabe que o seu jeito é único e você ama ser você mesmo, para alguém amá-lo por quem você já é?
Você se ama bem, se trata com todo o respeito e além disto , admira quem você se tornou com tudo que passou, e o outro vai aceitá-lo e amá-lo bem assim?
Então, pronto. Seu amor lá fora vai se materializar. Veja, materializar, significa criar matéria e criar matéria é a soma das energias que você desenvolve dentro de você.
Se você não tem este amor de qualidade dentro, ele não se materializa fora.
O que você vive é uma coincidência do que você tem dentro: seu auto respeito, auto confiança e auto- apreciação.
O outro não chega na sua vida, o outro se REVELA, no mesmo nível do seu amor próprio.


Autoria desconhecida


Imagens: google.com


domingo, 2 de junho de 2013

Da Contradição



Se te contradisseste e acusam-te... sorri.
Pois nada houve, em realidade.
Teu pensamento é que chegou por si,
... Ao outro polo da Verdade...



Mário Quintana


Imagens: google.com


sábado, 1 de junho de 2013

Desapego



"Filhinhos, antes de reclamarem do descaso do nosso governo, da pobreza do país e da falta de cultura nas pessoas temos, primeiro, que desapegar dos julgamentos, e por em prática novas ideias e abandonar hábitos que criticamos nos outros e fazemos igual."


Autoria desconhecida


Imagens: google.com