sábado, 4 de maio de 2013

O Que É o Ho’oponopono?



"Eu limpo para estar na Presença de Deus. Uma vez lá, a Divindade me dará tudo que é perfeito e correto para mim. Eu só sei isso. Esta é a Meta da minha vida. Se eu tenho qualquer meta ou objetivo, é estar na Presença de Deus".

Em Havaiano, Ho'o significa “causa”, e ponopono quer dizer “perfeição” , portanto Ho’oponopono significa “corrigir um erro” ou “tornar certo”.

Você pode através desse sistema se livrar das recordações que tocam repetidamente na sua mente (aquela conversa mental interna incessante - principalmente depois de situações estressantes e desagradáveis) e encontrar a Paz.

Sem os pensamentos se repetindo, sem crenças limitadoras, sem condicionamentos, sem as lembranças dolorosas, um espaço vazio se abre dentro de você. O Ho’oponopono lhe permite soltar estas recordações dolorosas, que são a causa de tudo que é tipo de desequilíbrios e doenças. Na medida em que a memória é limpa, pensamentos de origem Divina e Inspiração ocupam o vazio dentro de você. A única coisa que devemos fazer é limpar; limpar todas as recordações, com quatro simples frases que abrangem tudo:

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.

Lembrem-se, um problema é uma memória repetindo uma experiência do passado. O Ho’oponopono é um apelo a Divindade para cancelar as memórias que estão se repetindo como problemas. O Dr. Len mantém essa frase em mente sempre; “A paz começa comigo”, é o que ele procura praticar embora ainda tropece vez ou outra.

Com o Ho’oponopono estamos assumindo a responsabilidade pelas memórias que compartilhamos com as outras pessoas. Pesquisas mostram que á todo momento existem 11 milhões de “bits” de informação em nossa volta, mas só percebemos 15 “bits”, e são em cima desses “bits” que julgamos as coisas! Portanto, não sabemos o que realmente está acontecendo. Então dizemos para a Divindade; “Se existe algo acontecendo em mim que me faça vivenciar as pessoas de determinada maneira, eu gostaria de liberar isso.” Largando de mão essa vontade de consertar as coisas, de mudar as pessoas, deixando Deus fazer, nós mudamos nosso mundo interior o que causa uma mudança também no mundo externo.

Ser 100% responsável é um caminho de pedras, por ser o intelecto tão insistente. Quando nos ocorre um problema o intelecto sempre busca alguém ou alguma coisa para culpar. Insistimos em procurar fora de nós a origem dos nossos problemas.

A kahuna* Morrnah Simeona, professora do Dr. Len, ensinava que; ”Estamos aqui somente para trazer Paz para nossa própria vida, e se trazemos a Paz para nossa vida tudo em nossa volta descobre seu próprio lugar, seu ritmo e Paz.”

Esta é a essência do processo Ho’oponopono.

*”Kahuna” em Havaiano significa “guardião do segredo”

Dr. Ihaleakalá Hew Len


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Felicidade é ter o que fazer



"Felicidade é ter o que fazer. A ação é fonte de prazer. Quando estamos em ação participamos da invenção do futuro. Não estar em ação é um convite à frustração. Sem um papel a desempenhar surgem crises que derrubam a auto-estima e produzem seres que são levados pelas ondas para qualquer direção, até morrer na praia. É através da ação que nos realizamos como agentes positivos da humanidade. É agindo que nos transformamos na pessoa que queremos ser.

Todo trabalho é digno. O trabalhador da limpeza, da plantação, da colheita, do torno, da máquina, do transporte, da gerência, da venda, da compra, do hospital, todos estão envolvidos nesta cadeia de trabalho produtivo para o bem do mundo. Não deixe de fazer parte de uma corrente produtiva de um jeito ou de outro, mesmo sem remuneração ou recompensas objetivas.

Quanto mais você faz, mais você ganha, sempre. Não basta orar. A fé move montanhas, mas empurre a montanha enquanto reza".


Maura de Albanesi


Imagens: google.com


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Nossa visão sobre o mundo é individual



TUDO que vemos do mundo e no mundo está em ressonância com o estágio evolutivo da Consciência Individual

O ato de relativizar os nossos julgamentos/explicações de origem intelectual é fundamental para o desenvolvimento de uma consciência verdadeiramente individual. A oposição entre Ego e Inconsciente é ilusória, pois depende que acreditemos no paradigma de que somos divididos e que possamos existir divorciados (Ego versus Inconsciente) do modo como fomos ensinados a funcionar neste particular momento histórico.

Quando estamos nos aproximando de um problema verdadeiramente nosso é sempre uma experiência terrificante. Não há alternativa possível e isto se deve a um momentâneo confronto (ou encontro?) com uma parte de nós mesmos; a maior, a mais substancial e a mais vital, para a qual damos o nome de Inconsciente já que, a respeito dela, pouco ou nada sabemos...

Se, por exemplo, estamos enredados em um conflito entre opostos, a saída sempre se esconde em algum terceiro termo ou fator que devolverá a dinâmica e o movimento ao conflito.

Devido à rigidez de nossos processos explicativos internalizados, se estamos oscilando entre opostos o desfecho nunca acontece e parecemos “parados no espaço e no tempo”.

Enquanto isto acontece, criamos um abismo dentro de nós, pois o Inconsciente só se torna acessível pela experiência e pela compreensão; de outro modo, torna-se quase inacessível quando nos servimos apenas do intelecto.

Não adianta falar de um “termo” como Inconsciente. Costumo dizer que o Inconsciente só é acessível à experiência. Só pode ser experimentado, vivido e não pode ser tratado como um conceito, um nome, vazio, sem valor prático, empírico ou existencial.

Através da experiência do contato com outras áreas da consciência, (diferentes da egóica) descobrimos que nossos pensamentos, julgamentos e explicações são apenas relativos e que o nosso plano inconsciente/vital - e seu peculiar funcionamento – está “pouco se lixando” quanto às nossas teorias e racionalizações a respeito dele.

Ele é o que é e não responde bem a tudo aquilo que nós – civilizados – pensamos a este respeito. Inclusive e principalmente aquilo que, devido ao modo particular como é pensado, não possua uma boa RESSONÂNCIA com o que ele é ou com o modo como ele funciona... (Incluindo-se aí as mais “belas e coerentes” racionalizações psicológicas).

Crescemos - todos nós, sem exceção - com o hábito de ler e de receber informações, porém também habituados a fazer nada - ou quase nada - com o que “sabemos”.

Hoje em dia tornou-se absolutamente normal a pessoa se encontrar alienada de si mesma. Hoje em dia funcionamos como máquinas e o que é pior: inconscientes de sua programação.

Alguém pode “ter a INFORMAÇÃO” de que existe um “cyborg” funcionando dentro de si; porém, só verdadeiramente “COMPREENDERÁ” este fato quando, digamos, SENTIR isto com todo o seu ser. Quando chegar à EXPERIÊNCIA VIVIDA saberá o que significa a palavra e saberá que há um “jogo de vida e de morte” acontecendo, sempre, e que, neste jogo, a alienação da consciência é quase inevitável; portanto é imperativo FAZER algo a este respeito.

Ao descobrir o quanto é previsível e repetitivo, o Ego Consciente tem o natural desejo de libertar-se das amarras... Isto é um

Para tal é necessário expandir a consciência individual e tirá-la do “atoleiro intelectual” na qual ela sempre viveu.

Nosso maior desafio, nestes campos de experiência, é a inércia, pois aprendemos a nos encher de informações impertinentes, mas jamais somos ensinados a usar a informação que possuímos... Somos bem mais ensinados sobre o que pensar do que propriamente a pensar...

Qualquer instituição de ensino moderna está intelectualizada e se baseia no fato de que o importante é que tenhamos a informação, claro, antecipadamente, para quando precisemos dela (ainda que isto possa jamais ocorrer).

Somos levados a absorver informação mesmo que esta seja irrelevante e não tenha qualquer pertinência nem faça qualquer sentido na nossa vida concreta.

Somos obrigados a absorver informações em grande quantidade e quase nada delas se referem a nós mesmos; quase nada delas é importante para o autoconhecimento acontecer ou se desenvolver.

Isto é algo instalado em nós e tipicamente um produto do “mundo moderno”. Somos, portanto, especializados (por especialistas!) e usamos apenas as partes de nós mesmos que foram exigidas em nosso processo de aprendizagem...

Eu já escrevi um artigo, aqui mesmo neste portal com o título “Ainda bem que sonhamos o impensável”, pois isto é o que vem garantindo a possibilidade da humanidade se salvar do completo desastre!

Um Viva para a arte, outro viva para o mistério, outro viva para a magia!!!

O Mistério de que eu falo não tem nada a ver conosco, com qualquer crença ou teoria de qualquer um de nós, nem com a escolha humana, de qualquer tipo... Devido a isto, ele é O mistério. Ele existe pelo fato único e inquestionável de que pouco ou quase nada sabemos a respeito do universo íntimo de nós mesmos e pouco ou nada descobrimos a respeito do universo exterior como um todo.

Neste sentido, nada tem a ver com escondido, escamoteado, reprimido, fantasia, alucinação ou imaginação... Tem a ver com o desconhecido ainda não revelado, nem desvendado: o Inconsciente... Que existe para o passado e para o Futuro, que não tem extensão nem se extingue...

O mistério de que a pessoa comum fala é uma mera camuflagem... Do tipo: Coloca-se um “fio dental” e aí fica todo mundo olhando pra ver o que faltou mostrar (é sempre mais importante do que o que está exposto!!!).

Qual é o sentido do que estamos fazendo aqui neste planeta no meio do imenso desconhecido?

Haverá ou não um sentido para nossa existência? Isto é um mistério... e continua oculto mesmo quando a gente levanta algo aqui e algo ali... sempre há muito mais a descobrir... E é sempre um grande prazer aprender, conhecer, esclarecer... Ainda assim, não fosse a arrogância típica dos intelectuais de plantão, todos saberíamos que O Mistério insondável sempre existiu e sempre existirá, pois tudo indica que sempre existirão seres/indivíduos a se perguntarem algo assim...

Esta experiência - acima descrita, diante do desconhecido - é a raiz mais pura e factual da real (e natural!) religiosidade humana.


stu/ por: Luiz Vasconcellos (psicólogo)


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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Qual é a religião correta?



Diariamente alguém vem a mim propagando a sua religião como a certa e o seu Deus como o único verdadeiro. Não é preciso dizer que, para essas pessoas, as outras religiões ou ‘seitas’ estão erradas. Mas, será que existe uma religião correta?

Tenho amigos e clientes católicos, espíritas, da União do Vegetal, do Santo Daime, do Yoga, do Aikido, discípulos do Osho, do Sai Baba, de Krisna, Xamãs, protestantes, ateus, etc. Qual será, então, a filosofia ou a doutrina verdadeira?

Quando eles pedem minha opinião, digo simplesmente: enquanto a sua religião, sua crença ou sua filosofia de vida estiverem lhe fazendo bem, fique com ela. Ela é a correta para você. Quando ela não estiver mais lhe acrescentando nada, saia ou mude para outra. Através da sua experiência com diversas religiões, você vai perceber que a religião em si não é a meta. A meta é atingir a sua religiosidade intrínseca, independente de todas as religiões. E para isto é importante experimentar e ao mesmo tempo, duvidar do que dizem todas as religiões.

Vou colocar algumas idéias para que você busque as suas próprias conclusões.

Esta semana vi um DVD do professor Laércio Fonseca, sobre Física Quântica e Espiritualidade. Ele é espírita e vidente. Em uma das partes desse vídeo ele prova a existência de Deus através de fórmulas como E=mc2. A teoria dele é muito boa. Ele demonstra cientificamente a existência de campos energéticos e como esses campos interagem entre si.

Esta semana vi um DVD do professor Laércio Fonseca, sobre Física Quântica e Espiritualidade. Ele é espírita e vidente. Em uma das partes desse vídeo ele prova a existência de Deus através de fórmulas como E=mc2. A teoria dele é muito boa. Ele demonstra cientificamente a existência de campos energéticos e como esses campos interagem entre si. Isto é: ele mostra que todos nós estamos interagindo a cada instante, tendo ou não consciência disso. Mostra, também, através de fórmulas matemáticas, a existência de vários níveis de consciência e como esses vários níveis estão todos coexistindo ao mesmo tempo.

Tudo certo! Mas concluir daí que Deus existe, acho que foi querer um pouco demais. Na verdade, ele poderia, com a mesma teoria, concluir e provar a inexistência de Deus. Porque, se Deus é o somatório de todas as consciências nos seus múltiplos universos, por dedução lógica, Deus não existe. Se Deus é tudo, isto prova simplesmente a inexistência de um Deus individualizado.

Trazendo essa questão não estou querendo absolutamente provar que estou correto. Quero apenas levantar questões para que sejamos mais inquiridores, mais inteligentes e não acreditemos numa primeira dedução lógica. Na verdade acredito que cada um de nós deva tirar suas próprias conclusões individualmente. Aí sim, teremos um mundo de indivíduos. Cada um vivendo a sua própria consciência individualizada.

O grande "mal" de todas as religiões é simplesmente que elas querem se apropriar da "verdade". Mas eu pergunto: a quem pertence a verdade? Você já se fez essa pergunta? Minha percepção é que enquanto estivermos seccionando a verdade em facções com nomes e teorias diferentes, ainda estaremos vivendo no campo do ego e das crenças. A verdade, na minha percepção, está muito além de todas as crenças e de todos os mandamentos. Enquanto se criarem regras e filosofias para definir a verdade, estaremos vivendo numa grande mentira.

Osho nos fala sobre a verdade:

"É uma coisa estranha que a verdade não seja democrática. Não será decidido por votações o que é verdade ou não; senão nunca poderemos chegar a qualquer verdade, de forma alguma.

As pessoas votarão naquilo que é confortável, e as mentiras são muito confortáveis porque você não tem que fazer nada com elas, você só tem que acreditar. A verdade precisa de grande esforço, descoberta, risco... e caminhar sozinho por um caminho que ninguém jamais viajou antes."

Mas, volto a enfatizar o que digo para meus amigos e clientes: enquanto essa religião, isto é, essa facção da verdade, estiver sendo boa para você, aproveite. Aprenda o que de positivo ela pode trazer para sua vida. No dia seguinte, agradeça e siga o seu caminho.

Mas, por favor, não fique pregando essa meia-verdade religiosa, como se ela fosse a verdade suprema. Porque, nesse momento, você caiu na armadilha de alguns ladinos que se utilizam de um pouco mais de esperteza e poder de persuasão para lhe iludir e lhe aprisionar. E muitas vezes isso é feito com a melhor das intenções, porém, inconscientemente.

Nenhuma experiência mística, visão espiritual, vozes do além, saídas do corpo, nada disso pode ser confundido com a verdade. Tudo isso são apenas experiências que se bem utilizadas apontam para uma consciência maior.

Lembre-se de que você vê aquilo que quer ver e sente aquilo que quer sentir. Isso não tem nada a ver com a verdade. Lindas mensagens de amor e compaixão vindas do ‘"além"’ são palavras vazias quando interpretadas por uma mente condicionada por crenças ou sentidas por um coração que não conhece o que é o amor.

Trabalho há mais de vinte anos com a leitura e interpretação de campos energéticos. Vejo a aura, a energia, os chakras, o campo metafísico do ser humano e trabalho também com Massagem Psíquica. Mas, tenho consciência plena de que o que vejo são apenas imagens simbólicas que apontam para uma verdade maior. De princípio, o que estou vislumbrando aponta para a verdade individual daquela pessoa que se expõe e confia em mim naquele momento. E somente através do encontro com essa verdade individual posso vislumbrar a verdade maior. Simplesmente porque o todo está contido na parte. Achar que conhecemos o todo antes mesmo de nos conhecermos é uma tremenda arrogância.

Então, não se vanglorie caso você seja dotado da capacidade de ver ou ouvir entes ou mensagens espirituais. Não há nada de especial nisso. Essas são apenas imagens ou símbolos que seu inconsciente encontrou para se comunicar com outros níveis de consciência. Nada de extraordinário! Aproveite esse potencial para seguir seu caminho em busca da sua própria verdade: aquela que verdadeiramente liberta. Enquanto você estiver preso a conceitos ou crenças religiosas, você estará vivendo em um cárcere.

E, finalmente, como posso saber se minha religião é a correta para mim?

Existe uma maneira simples de descobrir se os ensinamentos religiosos estão lhe fazendo bem ou estão interrompendo a sua busca espiritual. A fórmula é: perceba a cada momento se você se sente mais livre, mais feliz e mais realizado; ou, ao contrário, mais sério, mais pesado e cheio de crenças e ‘verdades’. Caso você se sinta mais leve, feliz e em paz, a sua religião ou filosofia ainda tem algo para lhe dar. Mas, quando você sentir que após um tempo de experiência o que ficou foi um peso e uma promessa de que no futuro será melhor, pule fora.

Uma dica do Osho:

"E para mim, seriedade é uma doença; e o senso de humor torna você mais humano, mais humilde. O senso de humor -- de acordo comigo, é uma das partes mais essenciais da religiosidade."

Na minha percepção a verdadeira religião não acredita no futuro. Ela vive somente no presente. Ela descobriu que Deus está diluido na própria Existência. Percebeu que só existe uma vida, só existe um mundo, só existe este momento. Se sua religião prega promessas de realizações em um futuro distante, ela não sabe. Promessa é uma forma ladina de adiar suas aspirações verdadeiras para um futuro que não existe. ‘Amanhã você saberá’, ‘amanhã você será mais feliz’ e esse amanhã nunca chega. Ele nunca chega, simplesmente porque esse amanhã realmente não existe.

Namastê!


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Felicidade



Felicidade não é o resultado de condições favoráveis. felicidade vem da maneira com que você reage diante das dificuldades da vida.

Há pessoas que têm toda razão para estarem miseravelmente tristes, mas ainda assim vivem com felicidade e prazer. A todos instantes você é desafiado a vencer obstáculos.

Diversas vezes na sua vida pessoas importantes o desapontaram, rabaixaram, falaram injúrias e mentiras. Mesmo assim você deve sorrir e vencer. Felicidade de verdade não vem da ausência de problemas, vem da superação das dificuldades.

Felicidade não é apenas uma reação, é uma escolha que você faz para a sua vida. Em todo instante da vida há lugar para ser feliz.


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Pontos fortes e Pontos fracos



"A ideia diretriz de muitas pessoas é que ao corrigir um defeito se desenvolve uma qualidade. O modelo seguido é o dos defeitos, sendo imperativo identificar e consertar o que está errado. O foco passa a ser o defeito. Será que este é o melhor caminho? Ao focar nos defeitos, a sua energia mingua e o problema cresce. Tudo aquilo que voltamos nossa atenção tende a crescer. Que tal voltar a sua atenção para os seus pontos fortes? Pense por um minuto o que você tem de bom. Tenho certeza que a sua energia neste momento aumentou.

Ao focar nas qualidades, naturalmente, aflora o seu melhor. Se regar e cuidar muito bem de uma erva daninha, ela tende a crescer. Agora imagine cuidando e regando todos os dias a semente de uma árvore em potencial, o quão alto ela pode alcançar? Mais vale desenvolver os seus pontos fortes para construir a si mesmo! No entanto, isso não significa que não se deve fazer nada em termos de aperfeiçoamento.

Os pontos fracos sinalizam o que nos falta ser. Primeira pergunta a ser feita: "Tendo em vista a minha vida e o que eu quero, tal ponto fraco é indispensável?". Se ele for inútil, não preste mais atenção nele! Gaste sua energia em prol dos seus ideiais. Se fortaleça com o seu melhor, desta forma, lidarás tranquilamente com o seu "não melhor". A árvore em potencial bem regada e cuidada saberá de que maneira integrar as ervas daninhas em seu crescimento"!


Maura de Albanesi


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A fé é o instrumento principal para todo ser que busca o caminho da Luz, pois muitas vezes sabeis que estais no caminho, mas no início não conseguis firmá-lo com clareza e, então, será a fé que vos impulsionará para frente e para o Alto. Em vossos corações é preciso que o amor fraterno e divino se expanda pois só assim podereis compreender, auxiliar e servir a todos os vossos irmãos.

Não deixeis que os baixos sentimentos e pensamentos tornem a encontrar abrigo em vossos corações e mentes. Vigiai-vos constantemente. Este é um trabalho individual que requer força e vontade inabaláveis, mas que recompensado será quando conseguireis vos livrar das amarras, bloqueios, mágoas, conceitos e preconceitos que vieram acumulando-se em vossos seres por tantos anos.


Mestre El Morya


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