quinta-feira, 11 de abril de 2013

Seja uma pérola



Então, produza uma pérola! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR.

Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, mágoas, deixando as feridas abertas e alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias", não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras!


Rubem Alves


Imagens: google.com



segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Que é Passe Espírita?



Para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, a palavra passe apresenta vários significados, entre outros, é o “ato de passar as mãos repetidas vezes por diante ou por cima de pessoa que se pretende magnetizar ou curar pela força mediúnica.”

O Dicionário de Parapsicologia, Metapsíquica e Espiritismo conceitua passes como sendo movimentos com as mãos, feitos pelos médiuns passistas, nos indivíduos com desequilíbrios psicossomáticos ou apenas desejosos de uma ação fluídica benéfica. (…) Os passes espíritas são uma imitação dos passes hipnomagnéticos, com a única diferença de contarem com a assistência, invocada e sabida, dos protetores espirituais.”

O Espiritismo oferece uma visão mais abrangente do assunto que, resumidamente, podemos assinalar assim:

Passe é uma transmissão conjunta, ou mista, de fluidos magnéticos – provenientes do encarnado – e de fluidos espirituais – oriundos dos benfeitores espirituais, não devendo ser considerada uma simples transmissão de energia animal (magnetização).

A aplicação do passe tem como finalidade auxiliar a recuperação de desarmonias físicas e psíquicas, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos; equilibrar o funcionamento de células e tecidos lesados; promover a harmonização do funcionamento de estrutura neurológicas que garantem o estado de lucidez mental e intelectual do indivíduo.

O passe é, usualmente, transmitido pelas mãos, mas também pode ser feito pelo olhar, pelo sopro ou, à distância, por intermédio das irradiações mentais.

A transmissão e a recepção do passe guarda relação com o poder da vontade de quem doa as energias benéficas e de quem as recebe.

A cura verdadeira das doenças está relacionada ao processo de reajuste do Espírito, que pode extrapolar o limite de tempo de uma reencarnação, sendo o passe apenas um instrumento de auxílio.

Para prevenir-se contra enfermidades ou perturbações, não previstas na Lei de Causa e Efeito, é necessário que a pessoa defina e siga uma programação de melhoria moral, de esclarecimento espiritual.

Para Emmanuel, assim (…) como a transfusão de sangue representa uma renovação das forças físicas, o passe é uma transfusão de energias psíquicas, com a diferença de que os recursos orgânicos são retirados de um reservatório limitado, e os elementos psíquicos o são do reservatório ilimitado das forças espirituais.


Referências

XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 28ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008.



Imagens: google.com


Mantra - Palavra de Poder



Este canto exaltado elogia o aspecto jovial de Shiva, a Própria, auspiciosa habitação de todos os seres. As palavras Jaya Jaya Shiva Shambho, Mahadeva Shambho, significa:

"Viva o Senhor Supremo, a um auspicioso que traz felicidade e alegria, que habita nos corações de todos!"

Mantra - Palavra de Poder



Quem nunca ouviu falar na palavra: “mantra”?

Esta palavra se tornou popular em nossa sociedade contemporânea e está associada às vezes em que repetimos algo ou quando proferimos palavras e ensinamentos que utilizamos para nos proteger.

Alguns dizem: “meu mantra é a felicidade e irei me lembrar disso ao logo de todo dia”, outras pessoas usam suas citações e orações preferidas como amuleto e a elas dão o atributo “mântrico”.

Ambas as afirmações estão corretas, uma vez que a natureza do mantra é a repetição (até silenciar a mente) e sua função primordial é a proteção de quem o repete.

Etimologia

A palavra Mantra descende da união entre duas palavras do sânscrito:

Man: Mente (manas), convite (mantr). Tra: Instrumento, aquilo que resgata e protege (traati).

Portanto, podemos afirmar que o mantra é o instrumento que protege nossa mente nos resgatando das suas constantes armadilhas.

As escrituras indianas afirmam:

Mananat Trayate Itih mantrah

“O mantra protege aquele que o repete”. >>>> Palavras comumente encontradas nos mantras

Om – O som que a tudo permeia, presente desde a formação do universo. Uma sílaba sagrada que abençoa as palavras que a seguem, proferindo o silêncio da mente e a paz de espírito àqueles que a repetem.

Nama – raiz da palavra Namaste: saúdo, reverencio (namaskrta).

Shivaya – Deus que habita dentro.

Jaya – Saudações

Guru – Gu (luz), Ru (escuridão); portanto guru é aquele que nos transporta da escuridão (da ignorância) à luz (do Ser/Conhecimento).

Hara – Aquele que remove os pecados.

Ishwara – Deus

Mahadeva – Grande Deus

Bhagawan – Senhor


Entre tantos outros nomes e qualidades divinas presentes nos mantras.

Mantra Yoga

Assim como muitas ramificações do yoga - karma yoga (yoga da ação), dhyanam yoga (yoga da meditação), hata yoga (yoga física) - o mantra yoga (yoga através da repetição de mantras) tem como objetivo comum nos transmitir o estado do yoga (união) com tudo que nos cerca, fazendo a ponte de ligação entre nossa mente e coração – para que possamos viver a partir deste espaço.

A religião e o mantra

Não importa muito sua linha filosófica e religiosa (Budismo, Hinduísmos, Catolicismo, Jainismo, etc), pois o mantra exerce o mesmo poder sobre aquele que o repete. Talvez esteja aí seu aspecto universal (jagad): independente de qual lugar do planeta estejamos, ou de qual religião possuímos, nos tornamos uno ao proferirmos suas palavras.

Alterando nossos sentimentos através do Mantra

Um mesmo mantra recebe diferentes melodias, alterando assim seu estado de humor, podendo ser cantado de inúmeras formas: alegre, introspectivo, sereno ou até mesmo muito eufórico.

Não existem regras para esta prática que não seja a entrega. Julgamentos e avaliações mentais só servem para bloquear a nossa capacidade de entrega neste processo de transe.

Quando nos esquecemos dos nossos pensamentos básicos (o que terei que fazer hoje, por ande andei, quem me ligou, etc) e mergulhamos nossa mente na essência do mantra, podemos desfrutar de um Oásis poderoso e transformador que existe dentro de nós.

“A relação entre a fala, a respiração e o mantra pode ser melhor demonstrada através do método pelo qual o mantra funciona. [...] Através da pronunciação repetida, pode-se obter controle sobre uma determinada forma de energia. A energia do indivíduo está fortemente ligada à energia externa, e uma pode influenciar a outra. [...] É possível influenciar a energia externa, efetuando os assim chamados "milagres". Tal atividade é realmente o resultado de se ter controle sobre a própria energia, através do qual se obtém a capacidade de comando sobre fenômenos externos”.

(Chögyal Namkhai Norbu, Dzogchen)

De onde vem sua força transformadora?

Podemos experienciar seu poder através da constante repetição das suas palavras (em sânscrito) e das suas mágicas e variadas melodias (ragas).

Seu poder de transformação ainda é algo incomensurável e idiossincrásico, muitas vezes indescritível, contudo, podemos entender melhor sua natureza mágica considerando dois aspectos fundamentais:

1. Seu texto descende de uma língua sagrada (sânscrito), considerada a língua dos Deuses, utilizada apenas para orações na Índia. Muitos dos mantras que conhecemos hoje foram ouvidos (e revelados) em estados de profunda meditação por sábios videntes da antiga Índia.

Para algumas escolas, especificamente as de fundamentação técnica, mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que detenha um poder específico. Porém, é fundamental que pertença a uma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a erosão dos regionalismos por causa da evolução da língua.

2. Sua melodia (raga) é oriunda de sons considerados celestiais, que foram derivados dos sons encontrados na natureza através do canto de pássaros, sons dos animais, estações do ano, horários específicos do dia (amanhecer, crepúsculo, madrugada). Estas melodias têm o poder de despertar nosso anseio por Deus, tocar nossos corações e expandir nossa consciência.

Existem mantras para facilitar a concentração e meditação, mantras para energizar, para adormecer ou despertar, para desenvolver os chakras ou vibrar canais energéticos a fim de desobstruí-los.

“Como atuam os mantras? O som exerce um poderoso efeito sobre nosso corpo e nossa mente. E pode acalmar-nos e dar-nos prazer ou ter influência desarmoniosa, gerando uma sensação sutil de irritação. O mantra é ainda mais poderoso do que um som comum: é como uma porta que se abre para a profundidade da experiência. Visto que os mantras não têm sentido conceitual, não evocam respostas predeterminadas. Quando entoamos um mantra, ficamos livres para transcender os reflexos habituais. O som do mantra pode tranqüilizar a mente e os sentidos, relaxar o corpo e ligar-nos com uma energia natural e curativa”.

(Tarthang Tulku, A mente oculta da liberdade)
Aspectos da sua repetição


Através desta repetição de atributos Nama (nome) e Rupa (forma) o repetidor se torna uno com aquilo que repete, purificando sua mente e limpando o espelho do coração.

Já presenciei muitos casos em que pessoas que repetiam um mantra se puseram a chorar e, quando questionadas sobre as razões daquele sentimento, não havia uma questão “mental” por detrás daquela ação. As lágrimas vieram como uma limpeza de sentimentos muito profundos e adormecidos que foram removidos em uma limpeza interior.

É neste momento que o mantra liberta sentimentos aprisionados dentro de nós através da sua natureza intrínseca de Sat (verdade) Chit (Consciência) Ananda (felicidade/bem-aventurança).

O que é kirtan?

Geralmente ouvimos a palavra kirtan associada à prática do canto de mantras. Na verdade a explicação para tal fato é muito simples: kirtan descende da palavra sânscrita namasankirtana, que literalmente quer dizer: a repetição do nome. Portanto kirtan nada mais é do que repetirmos um nome, aspecto ou atributo divino. A esta repetição chamamos também de mantra.

Os efeitos da Repetição

Costumo afirmar que para experimentarmos o poder transformador do mantra temos que deixá-lo vibrar na ponta da nossa língua, massageando nossa mente e escorrendo por todo nosso coração. Recitar mantras é um ato de entrega e adoração (bhakti) onde o resultado só vem quando estamos totalmente abertos e entregues aos seus efeitos.

Associo o efeito de tal repetição à ação de tomar um remédio. Muitas pessoas poderiam deixar o comprimido na língua e depois cuspi-lo. Outros esquecem de tomá-lo. Mas para nos curarmos temos que sorvê-lo com fé (bhakti) que aquilo nos trará um resultado positivo.

Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra movimenta outras energias que envolvem aqueles que o entoam e, mesmo repetido de maneiras diferentes, os efeitos produzidos eram correspondentes ao esperado.

“Cantar o nome de Deus é yoga. Isto tem grande shakti (energia). Esta shakti silencia a mente e preenche o coração com amor. Cantar destrói preocupações, sofrimentos e cria alegria. Purificando a atmosfera tanto interna quanto externa. Isso mata os germes da agitação da mente. Quem quer que cante o nome de Deus com entusiasmo será preenchido com o êxtase divino”.

(Swami Muktananda)

Fonte: http://praticamusicaltodasartes.blogspot.com.br/2011/09/jaya-jaya-shiva-shambho-e-o-significado.html


Imagens: google.com


Cura espiritual



Quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica não passam de estados vibracionais da mente em desequilíbrio?" (Emmanuel)

No trato com as nossas doenças, além dos cuidados médicos indispensáveis à nossa cura, não nos esqueçamos também de que, quase sempre, a origem de toda enfermidade principia nos recessos do espírito.

A doença, quando se manifesta no corpo físico, já está em sua fase conclusiva, em seu ciclo erradeiro.

Ela teve início há muito tempo, provavelmente, naqueles períodos em que nos descontrolamos emocionalmente, contagiados que fomos por diversos virus potentes e conhecidos como raiva, medo, tristeza, inveja, mágoa, ódio e culpa.

Como a doença vem de dentro para fora, isto é, do espírito para a matéria, o encontro da cura também dependerá da renovação interior do enfermo.

Não basta uma simples pintura quando a parede apresenta trincas.

Renovar-se é o processo de consertar nossas rachaduras internas, é escolher novas respostas para velhas questões até hoje não resolvidas.

O momento da doença é o momento do enfrentamento de nós próprios, é o momento de irarmos o lixo que jogamos debaixo do tapete, é o ensejo de encararmos nossas paredes rachadas.

O Evangelho nos propõe tapar as trincas com a argamassa do amor e do perdão. Nada de martírios e culpas pelo tempo em que deixamos a casa descuidada.

O momento pede responsabilidade de não mais se viver de forma tão desequilibrada. Quem ama e perdoa vive em paz, vive sem conflitos, vive sem culpa.

Quando atingimos esse patamar de harmonia interior, nossa mente vibra nas melhores requências do equililíbrio e da felicidade, fazendo com que a saúde do espírito se derrame por todo o corpo.

Vamos começar agora mesmo o nosso tratamento?

Mensagem de: (Vinha de Luz - Francisco Cândido Xavier / Emmanuel)
Fonte: http://claudioabadiania.blogspot.com.br


Imagens: google.com



Não precisas de muralhas!



"A cobiça envenenou a alma do homem, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, emperdenidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade."

A humanidade, através dos séculos, tem construído essas muralhas de limitação. Agora, elas devem ser despedaçadas, destruídas e consumidas de qualquer forma que nos seja possível fazê-lo. A princípio, isso requer real determinação, mas quando sabeis que é o Poder do “EU SOU” que atua, sabeis que Ele não pode falhar. O externo apenas necessita manter a atenção fixada no objeto a ser feito visível. Insisti nisso e ficareis surpreendidos por terdes vivido tanto tempo sem fazer uso deste Poder.

As muralhas não te protegem, te isolam.

Do livro de Ouro de Saint Germain


Imagens: google.com



Como saber se você está com um obsessor espiritual?



Existem muitas evidências que podem indicar que você está sofrendo uma obsessão espiritual, as quais vou procurar apresentar nas próximas linhas. Contudo, é importante que você entenda que a causa principal da obsessão é o seu próprio conjunto de comportamentos, pensamentos e sentimentos, mesmo porque, a sintonia só acontece se você estabelece a mesma frequência na qual vibra o obsessor. A culpa nunca é do obsessor!

Alguns Sinais que podem indicar a presença de Obsessão Espiritual:

- Falta de paciência: sentimento repentino e intenso de irritação e intolerância. Você explode fácil e não consegue se controlar. Você sente irritação com mais frequência, aparentemente tudo começa a lhe aborrecer.

- Fragilidade emocional: qualquer coisa é motivo para que emoções fortes surjam, como choro, angústia e tristeza, mesmo com motivos sem importância.

- Dores: surgem dores nas costas e na região do estômago sem associação a nenhum problema físico ou acontecimento relacionado. Também existe a sensação de pressão na cabeça e peso nos ombros. Muitas pessoas podem sentir essas sensações por motivos diversos os quais não têm qualquer relação com a obsessão espiritual, portanto, tenha cuidado ao fazer a análise. Mas em caso de haver uma associação desses sintomas com os sintomas acima citados, então, as chances são muito mais reais de haver a obsessão espiritual.

- Pensamentos impróprios: sem que você queira surgem em sua mente pensamentos impróprios sobre as coisas ou situações. São pensamentos que brotam no seu interior os quais não são positivos e de alguma maneira causam medo, desconforto, agressividade, paranoia ou sentimentos parecidos.

- Bocejo em excesso e cansaço físico contínuo: o bocejo é um indicador de ajuste do seu campo energético ou aura. Para que ele se organize e se harmonize em diversas situações da vida, o bocejo aparece como forma de contração e descontração da aura, promovendo assim um efeito descarga.

Mas se o bocejo é muito presente e constante, pode indicar que a pessoa está precisando se limpar e não está conseguindo. O bocejo é normal, mas o excesso deve ser observado. Já o cansaço físico permanente pode apontar problemas de ordem física e também deficiências na alimentação. Contudo, se surgirem os estados de cansaço além do que consideramos normal na vida diária, além disso, se estiverem associados aos estados citados anteriormente, pode ser um forte sinal de obsessão espiritual.

O que fazer?

Se você achar que se enquadra dentro de uma ou mais características apontadas, recomendo que você dê atenção aos seguintes itens:

- Comece agora a expressar gratidão por tudo e por todos: pela sua vida, pela sua moradia, por seus amigos, por seu alimento, pela vida que pulsa em suas veias. Abandone a reclamação e a crítica pelas pequenas coisas. Saiba que a insatisfação é a porta aberta para a cólera da alma.

- Honre seu pai e sua mãe: não importa quem eles são, onde ele estejam e se eles de alguma maneira lhe fizeram algum mal, você precisa honrar a existência deles, entendendo que você estará em sintonia com as suas energias por toda uma existência. Se você não souber simplesmente honrar a energia dos seres que lhe trouxeram a esta experiência física, jamais você terá harmonia e sua vida presente. Lembre-se de honrar todas as pessoas que estão antes de você nos lugares que você ocupa ou frequenta. Honre o colega de trabalho mais velho, a irmã mais velha, o vizinho mais antigo. Saber honrar o que vem antes é essencial para a sua alegria e plenitude.

- Não julgue: este é um hábito comum, julgar e rotular as pessoas. Entenda que os erros que as pessoas cometem ao nosso redor hoje foram os mesmos que cometemos ontem ou que cometeremos no futuro. Apontar o erro alheio é o mesmo que apontar o seu erro.

- Perdão e tolerância: você pode até ficar zangado, pois esse é um sentimento humano, mas deve aprender a superar essas crises com máximo de agilidade possível.

- Oração: Aprenda a rezar com entrega e devoção. Quando você reza de coração aberto e humilde, você se sintoniza com as forças mais elevadas do universo.

- Cumpra com a sua palavra e perdoe as falhas alheias: sempre que você combinar algo com alguém, honre o compromisso, honre a palavra falada! Além disso, sempre que alguém errar com você, então, você terá o direito de nunca mais querer fazer nada com esta pessoa; contudo, você precisa perdoá-la por suas falhas.

Por: Bruno J. Gimenes
Imagens: google.com


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Engolir sapos por amor. Você faz isso?



Um dos mitos mais difundidos sobre o amor é o de que a outra pessoa será a "sua outra metade". Algumas pessoas levam esse conceito tão a sério que acreditam mesmo, ao se apaixonarem, que duas pessoas se tornam uma. Geralmente, quando se fala de um casal, a matemática é outra. Um mais um não é dois. Um mais um é igual a uma terceira identidade, a do casal.

Longe de ser saudável, esse comportamento e esse conceito, a curto e longo prazo, pode mesmo ser prejudicial. Um dos maiores erros que as pessoas cometem no relacionamento é acreditar que seus referenciais devem ser adaptados à visão de mundo do outro.

Todos sabemos que o ser humano nunca vai ser completo. O problema é que algumas pessoas perdem parte de sua identidade quando se guiam exclusivamente pelos gostos e ideias de seus parceiros. Em geral, pessoas que entram nesse tipo de dinâmica de co-dependência afetiva utilizam o outro como "uma tábua de salvação". E nesses casos, não é amor - é posse.

Nos relacionamentos afetivos, é preciso ter flexibilidade, mas "engolir muitos sapos" pode indicar que há algo errado com o relacionamento. O homem ou a mulher precisa ter consciência de que não precisa ceder a tudo. Não é preciso se ferir para demonstrar que gosta da outra pessoa.

Entre o casal é importante que as atitudes sejam naturais, que não haja uma intromissão na vida do outro, com cada um respeitando seu jeito de ser e de agir. Se um não gostar de determinadas atitudes do(a) companheiro(a), pode-se até conversar sobre isso, mas não querer moldá-lo(a) à sua maneira, como se fosse seu dono(a). É preciso respeitá-lo(a), e ambos devem entender a importância da individualidade que cada um tem.

Se, por acaso, você estiver vivenciando essa fase, uma dica boa é pensar nesta frase: "Não mude seu estilo de vida para agradar ninguém que não seja você mesmo". Seja você mesmo sempre. Preservar sua individualidade vai fazer bem a saúde da relação. Busque sempre construir uma relação de confiança e respeito com quem ama que a convivência será sempre ótima.

Fonte: http://sakuxeio.blogspot.com.br/2012/08/engolir-sapos-por-amor-nao-e-normal.html


Imagens: google.com