segunda-feira, 2 de maio de 2011

● Traços de personalidade (Linguagem do Corpo)

Oformato do corpo revela características e traços de personalidade, identificando como você lida com suas emoções. O tamanho dos quadris, bumbum, seios, a presença de problemas estéticos como flacidez, celulite ou estrias, demonstram como está o seu interior, seus conflitos e suas angústias.

Utilizando conhecimentos da medicina oriental (que vê como uma das principais causas dos desequilíbrios orgânicos as provocadas pelo próprio organismo, as nossas emoções), da medicina psicossomática (a mente como desencadeadora de doenças) e da neurolingüística (a linguagem atua sobre o cérebro e o comportamento), a especialista Cristina Cairo garante que "é possível se autoconhecer, se compreender e melhorar aspectos da sua vida profissional e pessoal".
Em seu livro "Linguagem do Corpo 2 – Beleza e Saúde", Cristina demonstra que o corpo se modifica conforme o estado emocional, mental e comportamental. O livro aborda outros significados psicológicos associados aos órgãos e ao formato do corpo, e como transformar os problemas estéticos em linhas harmoniosas através de novos padrões mentais, ou seja, como modificar o formato do corpo com novas crenças, pensamentos e comportamentos.

Pronta para se conhecer melhor? Analise algumas características do seu corpo:

BUMBUM
Os músculos dos glúteos representam o poder de tomar as próprias decisões, de ter coragem e determinação para caminhar com as próprias pernas sem depender emocional e financeiramente de ninguém.

BUMBUM ACHATADO
Simbolizam o medo da solidão e de perder o controle. Quem tem bumbum pequeno é insegura e vive sob a influência de terceiros, muitas vezes abrindo mão de seus prazeres pessoais. É carente e tem medo de tomar decisões.

BUMBUM GRANDE
Demonstram autoritarismo, não aceitam ser comandadas nem controladas. Impõem suas vontades e são mais preocupadas com os prazeres físicos.

SEIOS GRANDES
É uma mulher Yin: tem tendência a anular-se porque gosta de proteger e acolher os que a cercam. Se magoam facilmente.

SEIOS PEQUENOS
Tipicamente Yang. Não admite autoridade e repudia a idéia de ficar presa ou ser comandada. Se colocam em primeiro lugar e são tidas como autoritárias e egoístas.

SEIOS FLÁCIDOS
O peitoral e as mamas expressam a coragem, a ousadia, a força interior. Se há flacidez, isso significa que a pessoa está guardando ressentimentos e que desistiu de lutar pelos seus objetivos, por sentir-se oprimida ou por acreditar que não pode mudar o destino.

QUADRIS LARGOS
Maternais e protetoras, porém mais sensuais. Atraem instintivamente o sexo oposto, pois os homens as vêem como parceiras ideais para ter filhos. São sensíveis e se magoam com facilidade.

QUADRIS ESTREITOS
Ousada e senhora de si, luta pelo que quer.

OMBROS LARGOS
Representam coragem para enfrentar as adversidades da vida.

OMBROS ESTREITOS
Indicam ausência de ousadia e coragem. Geralmente pessoas que se colocam em posição de vítimas, acusando outras pessoas pelos seus fracassos na vida.

BARRIGA SALIENTE
O ventre está localizado no centro de equilíbrio de nosso corpo, onde estão os órgãos geradores e controladores da eliminação das toxinas: intestinos, bexiga e útero. O abdome simboliza o equilíbrio e a harmonia. Se há descontentamento, críticas ou revolta, acabam surgindo gordura e doenças nesse local. Toda mente rebelde e teimosa, passiva, que não acolhe com gratidão as pessoas e as coisas e não liberta a vida, provoca o desequilíbrio estético na região abdominal.

CULOTE
Simbolizam o pai e todo relacionamento amoroso.

CINTURA
Se houver um acúmulo de gordura, denunciam comportamento negligente. Indicam pessoas relapsas no sentido psíquico e espiritual, desequilíbrio emocional, muitas vezes, com agressividade ou prepotência para protegerem sua individualidade.

PANTURRILHA
A perna simboliza a impulsão para o futuro. É o músculo da panturrilha que impulsiona a coxa e, consequentemente, o corpo para a frente. A batata da perna grossa revela uma mulher batalhadora e esforçada, que faz tudo o que for preciso para atingir seus ideais. Panturrilha fina indica que a pessoa não tem impulsão própria para seus ideais.

BRAÇOS GROSSOS
Simbolizam suas conquistas, suas ambições, seus afetos, a busca do amor e do trabalho realizador. O excesso de gordura no local indica uma vontade de abraçar o mundo para controlá-lo.

OBESIDADE
Forma inconsciente de proteção contra problemas externos. Um casulo no qual se esconde os medos, aborrecimentos, perdas, raivas, mágoas e inseguranças. É o mecanismo de defesa que o inconsciente cria para proteger-se daquilo com que o consciente não sabe lidar. Quanto mais você "engolir" e guardar mágoas, mais seu corpo engordará.

CELULITE
Toda emoção exagerada conturba o organismo e causa um desequilíbrio nas funções seletivas, provocando um acúmulo de substâncias nocivas em várias partes do corpo.
A celulite surge como manifestação das emoções de raiva e autopunição.

ESTRIAS
Nesse caso, a pele representa como nos comunicamos com o mundo. Ter muitas estrias significa, então, uma grande dificuldade para se expressar.

ACNE
Quem apresenta espinhas tem uma visão pessimista da vida. Significam acreditar nas coisas feias da vida e mostram que a pessoa guarda no coração acúmulos da "podridão do mundo".

RUGAS
Simbolizam as marcas da vida. Cada linha tem sua história na mente de quem as cria. Quanto mais achamos a vida cansativa, mais linhas aparecerão no rosto e quanto mais vemos o mundo envelhecer, mais envelhecemos.

PAPADA
Pessoas que odeiam críticas e sentem-se carentes e agressivas quando lhe apontam algum defeito. Fazem tudo certo para não correr o risco de ser repreendidas.

FLACIDEZ
Toda flacidez simboliza a falta de iniciativa e força de vontade para vencer. Em geral, quem sofre com esse mal não enfrenta os embates.




Fonte: livro Linguagem do corpo 2 (de Cristina Cairo)
http://www.cadernor.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=88:a-linguagem-do-corpo&catid=18:bem-estar&Itemid=55
Imagens: google.com


domingo, 1 de maio de 2011

● Que liberdade você está ou não se dando?

Quando pensamos nessa pergunta podemos nos remeter a várias situações que nos darão diferentes respostas: ser livre é poder se sustentar financeiramente, e não depender de ninguém; ou ter mais de 18 ou de 21 anos, e poder fazer o que “quiser”; ou ser solteiro; viver em uma democracia, etc... Todas estas respostas, porem, estão relacionando a liberdade a uma condição física e/ou material. E, nunca, mental. Porem a “verdadeira” liberdade é um estado mental interior. O “sentimento de”; “a postura de”.

Você pode ser uma pessoa livre. Embora, frequentemente não se sinta assim; porque fisicamente, você pode até ter a liberdade de “ir e vir”. Porem, mentalmente, você tem uma serie de idéias de limite, prisão e pequenez; que te restringem. Potencialmente você poderia estar livre agora. Mas, isto envolveria “escolher” outros modos de “ver” e “ler” a vida. Por isso você precisa aprender a dominar as suas idéias/crenças, ou elas te dominarão. A pessoa “livre” é aquela que tem “poder de si”. E, quanto mais poder você tem sobre si mesmo, menos dominável (dominado não é “livre”) você será.

Perceba como agora, a sua “cabeça” te domina. Como o “de fora” te afeta. Somos um “reflexo” do exterior, ao invés de “refletimos” a nós mesmos.

O homem tem meios extraordinários de escolha sobre a própria vida. Você é uma individualidade, e por isso, precisa procurar o que “funciona” para você. Quando se fala em maturidade, estamos falando do processo de depuração dos seus potenciais e condições exteriores.

Você “cultiva” uma serie de “práticas mentais” que só te aprisionam. Uma delas é a “preocupação”, você “cultiva” preocupação, como sendo algo útil. E, confunde preocupação com responsabilidade. Você se pré-ocupa, o que quer dizer que se “ocupa” de algo que ainda nem aconteceu. E, talvez nem venha a acontecer.

Este comportamento leva a uma ansiedade constante e torturante. Você também “produz” preocupações, quando por exemplo, “vê” problema em tudo.

Tudo é problema e dificuldade. Muitas vezes, quando você vai dormir,a ultima coisa que faz, é se “despedir do seu problema”; e, a primeira ao acordar, é dar “bom dia para ele”. Você não “vive” sem um problema. Você escolhe sempre olhar pelo “pior ângulo” E, com esta atitude você não cria “facilidades” para si mesmo, fica descontente com você, com a vida, e com os outros. Você só “perde”. Não percebe que este comportamento só te faz sofrer. Não percebe que pode “olhar” por outro ângulo, não “articula”, não “flexiona”. Adota uma “visão rígida”. E, por isso você não é livre. Não adianta ter liberdade, se você não a exercer. E, para exercer esta liberdade você não depende de ninguém, não precisa pedir “permissão”. É você que pode escolher ver as coisas por um ângulo que será melhor para você. E você não só pode fazer isso; como deve. Escolha um outro modo de ver, que te de alegria, que te deixe mais feliz. Se mudar isso vai ter um resultado melhor na vida. A melhora da sua vida está nas suas mãos.

Mas, para isso você precisa “mudar”. E, talvez você tenha uma dificuldade em aceitar as mudanças. Para que mudar? Pode estar tudo muito “ruim” e sofrido. Mas, ao “menos” esse “ruim”, você já conhece. Mudar “de repente” nem pensar... Sem “prévias”, não! Você precisa ser “preparado” para as mudanças. Você não aceita mudanças em você, e, muito menos nos outros. Você é um resistente. Mas, mesmo que você não “aceite”. TUDO ESTA MUDANDO.

Nada é como foi. Nada do seu passado conta. Tudo já “desapareceu”. Você não é mais o mesmo; “desapareceu”. Você tem a sensação de ser o mesmo, mas, muita coisa já mudou. Agora mesmo, você já é uma pessoa “diferente” daquela que começou a ler este texto. Células do seu corpo já se “trocaram”; “pedaços mortos” da sua pele já se desprenderam. NADA, nem no seu corpo, nem na sua mente, nem mesmo o seu “estado de espírito” esta igual. TUDO JÁ MUDOU. Mas, na sua “cabeça” você “inventa” que não. E diz: “Ainda sou o mesmo”. Você pode estar preso a um passado. Mas, nada daquele passado, nem você, é mais o mesmo agora. Tudo mudou, mas você não quer dizer “adeus”. E, até é capaz de dizer: “Porque fui no passado, serei sempre”. “Se cometi um erro, serei aquele que fez o erro”. Por isso você não se “perdoa”. Por isso você leva “marcas” com você. Ou, se foi algo que fizeram com você, aquilo fica mais tempo ainda. Você “põe” para si, o que o “outro” fez. Mas, tudo isso, não existe mais. Você cria essa realidade para você.

Você se “prende”.

Ninguém te “prende”.

A vida sempre se renova, mas você se prende na ilusão de estar “parado” e não acompanha as mudanças. Isto é falta de “percepção”. É um “desarranjo” sofrido, que causa uma sensação de tédio da vida.

Você fica “amortecido” para a vida. E viver “amortecido”, é viver “como morto”.

Mas, todos estes sentimentos são resultado das suas crenças (sua maneira de “ver”). Se você se permitir “ver” diferente, tudo muda.

Mudar, se renovar, não é trocar a cor do cabelo, mudar de casa, fazer uma plástica, ou alterar o seu estado civil. Todas estas mudanças podem “melhorar” a sua vida, em termos, mas você pode continuar “igual”. Mudar é se transformar internamente, “ver” diferente, e, portanto, reagir diferente.

Vamos parar esta primeira parte do texto aqui. Porque eu gostaria que você pensasse um pouco na sua liberdade.

Que liberdade você está ou não se dando?



Palavras de:Valéria Lemos Palazzo - Psicóloga
http://www.gatda.psc.br/liberdade.htm
Imagens: google.com


● Manual da Inveja

A inveja é a amargura que se sofre por causa da felicidade alheia."

Os sete pecados capitais foram listados pela Igreja Católica durante o Concílio de Trento (1545 a 1563), que tinha como objetivo combater o crescimento do protestantismo, criando um sistema que ajudasse os fiéis a memorizar os reais valores católicos. São chamados de capitais porque dão origem a todos os outros.

Dentre os sete pecados capitais, a inveja talvez seja o mais comum...e o mais perigoso para os relacionamentos. 73% dos brasileiros já admitiram ter sentido inveja, segundo o Ibope. "A inveja nasce como um desejo de ter o que as pessoas ao seu lado têm, é um sentimento natural. Ele se transforma em inveja quando, em vez de querer algo, você quer evitar que o outro consiga qualquer coisa", explicou o rabino Nilton Bonder, autor de "A cabala da inveja".

De onde surge esse monstrinho verde?

Bonder explica que a inveja é construída em cima de raiva e frustração. "O invejoso se sente fracassado em determinadas áreas da vida e, para não sentir raiva de si mesmo, transfere esse ódio para o outro".

A inveja só aparece em grupos de pessoas que estão próximas, seja uma família ou um escritório. "Sentimos inveja de pessoas que estão ao nosso lado e que nos lembram de uma forma ou de outra que não estamos conseguindo atingir as nossas metas de vida. Logo, não há como sentir inveja de uma celebridade, por exemplo", explicou Bonder.

Para o psicólogo Carlos Byington, devemos ficar atentos à inveja porque ela nos indica uma vocação, um desejo reprimido. Ela só se torna maligna quando não nos esforçarmos para conseguir o que queremos.

Mas achar que os invejados são sempre as vítimas é um erro, alerta a terapeuta Amélia Nascimento. "A inveja nasce de uma relação e muitas vezes, mesmo inconscientemente provocamos este sentimento, seja desmerecendo o esforço do outro, seja irradiando sem parar nossas conquistas".

Os que gostam de provocar inveja geralmente possuem um certo sentimento de inferioridade, explicou o rabino: "Se vangloriar de algo é uma tentativa de se valorizar diante do outro e isso causa inveja".

A inveja é sempre igual?

Segundo Byington, existem três tipos de inveja. O primeiro deles é a inveja autodestrutiva. "É quando nos sentimos inferiores diante da aparência ou conquista de outras pessoas", explicou.

O segundo tipo, o mais grave, é a inveja patológica, aquela que nos faz querer destruir aquele que invejamos. "Mas a inveja patológica como a retratada na novela 'Celebridade', onde a personagem de Claudia Abreu quer destruir a de Malu Mader, é uma coisa completamente diferente de nosso dia-a-dia", avisou Amélia.

Carlos Byington defende um terceiro tipo de inveja, a criativa. O termo ele tirou de uma declaração de Cazuza, que morria de inveja da letra de "Que país é esse?", de Renato Russo. O músico usou esse sentimento para compor "Brasil". "A inveja criativa é aquela que você sente e usa para conquistar o que deseja", explicou o psicólogo.

O que fazer com a inveja que eu sinto?

Transformar a inveja que você sente em algo positivo é mais fácil do que se imagina. Primeiro, tente observar o que você gosta na pessoa que inveja: é a aparência? O cargo? A família? Amigos?

Depois dessa análise, será que você não exagerou na idealização dessa pessoa? "Coloque o alvo de sua inveja em perspectiva. Costumamos idealizar a vida de quem invejamos e quando analisamos friamente a situação, vemos que ela é tão cor-de-rosa assim, que existem dificuldades, problemas", aconselhou Bonder.

É preciso também valorizar mais o que temos. "Quando sentimos inveja, ampliamos a figura da pessoa e diminuímos tudo que temos e conquistamos. É preciso equilibrar isso. Nem a pessoa está em um pedestal e nem você na sarjeta", falou Bonder.

Tente transformar a inveja em admiração. "É muito simples fazer essa mudança. Em vez de odiar o outro pelo que ele tem, tente encará-lo como um exemplo a ser seguido", disse Amélia.

E quando as pessoas me invejam?

Se você acha que é alvo de inveja, deve primeiro observar se não a provoca. E mantenha-se relaxado ao receber alfinetadas. "A inveja é muito mais prejudicial ao invejoso. Se você está seguro que merece o que tem, nada vai te atingir", explicou Amélia.

Mostrar-se amigável é uma boa forma de desarmar os botes do invejoso. "Tente ser mais amoroso com as pessoas, ser menos competitivo", disse Nilton Bonder.

No caso de o invejoso causar algum dano real, uma conversa franca pode ser a solução. "Chame a pessoa para conversar e pergunte por que ela te quer tão mal. Mas só faça isso se realmente ela te prejudicou", aconselhou Amélia.

E nada de acreditar em olho gordo! "O outro pode até fantasiar que te destrói, mas quem atrapalha a sua vida é você! Se inveja atrapalhasse a vida de alguém, Pelé seria um Zé Ninguém hoje", disse a terapeuta.

Finalmente, tenha cuidado também em não inventar inimigos. "Isso acontece muito em escritórios. Você recebe uma promoção ou um aumento, mas não se sente segura de que o mereceu, então tem a impressão de que todos pensam a mesma coisa. Cuidado com a paranóia", alertou Amélia.



fonte: http://www.declaracaodeamor.com/materia_inveja.php
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● O astral de sua casa (Egrégora)

Entre 1348 e 1353, metade da população do mundo europeu morreu pela Peste Negra, muita gente culpou os judeus pelo terrível ocorrido. E apesar do Papa ter dito várias vezes que os judeus nada tinham a ver com a peste, milhares de Judeus foram expulsos de suas terras.

Quase 700 anos mais tarde o mesmo episódio se repetiria, judeus torturados e despojados de suas posses fugiriam e se refugiariam na Polônia.

O que faz com que certos lugares repitam suas histórias? Será que ela ficaria gravada no seu solo, em suas construções, e essa energia de alguma forma contaminaria as gerações futuras? Ou será que esse local sempre esteve predisposto a essa energia?

Na verdade essa energia é chamada de Egrégora e é responsável pela maneira como nos sentimos. Ela também muitas vezes é responsável pela maneira como agimos.

Algumas definições são bastante enfáticas sobre a definição de Egrégora: "Palavra que se tornou popular entre os espiritualistas, significa a aura de um local onde há reuniões de grupo, e também a aura de um grupo de trabalho"

Outras definições são mais exóticas: "Egrégoras são entidades autônomas, semelhantes a uma classe de "devas" que se formam pela persistência e a intensidade das correntes mentais realizadas nos centros verdadeiramente espiritualistas; pois nos falsos tais criações psicomentais se transformam em autênticos monstros, que passam a perseguir seus próprios criadores, bem como os freqüentadores desses centros".

Finalmente temos uma definição um pouco mais clássica: "Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. A Egrégora acumula a energia de várias freqüências. Assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando a Egrégora para que ela incorpore às dos demais".

Um lugar é como uma pessoa, tem sua própria identidade, seu próprio humor, há lugares naturalmente ricos em energia e podemos sentir a diferença ao pisar em seu solo. Há outros em que a energia é sutil e nos sentimos bem nele.

Para conhecer a energia de um local basta sentí-la. E ficar atento a primeira impressão. Geralmente, é a mais verdadeira, pois é baseada na sua intuição imediata.
Há locais de trabalhos espiritualmente insalubres. São feios, velhos e cheios de ranço do passado. O problema é que as pessoas tendem a se acostumar com isso e a situação só choca quem acaba de chegar, que logo é encarado como antipático que exige demais e é cheio de frescuras.

A egrégora se realimenta das mesmas emoções que a criaram. Como ser vivo, não quer morrer e cobra o alimento aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas emoções. Assim, a egrégora gerada por sentimentos de revolta e ódio, exige mais revolta e ódio. No caso dos partidos ou facções extremistas, por exemplo, são os intermináveis atentados. No das revoluções, freqüentemente, os primeiros líderes revolucionários a alcançar o poder passam de heróis a traidores. Terminam os seus dias exatamente como aqueles que acabaram de destronar (segundo Richelieu, ser ou não ser um traidor, é uma questão de datas). Já a Egrégora criada com intenções saudáveis, tende a induzir seus membros a continuar sendo saudáveis. A Egrégora de felicidade, procura "obrigar" seus amos a permanecerem felizes. Dessa forma, vale aqui a questão: quem domina a quem? Conhecendo as leis naturais, você canaliza forças tremendas, como o curso de um rio, e as utiliza em seu benefício.

Se esse local de Egrégora danificadora for a da sua casa, há uma série de medidas que você pode tomar para aliviar a Egrégora pesada do local, mas não sendo o lugar em questão, como mudar?


Você pode conversar com o dono do local pra ver se rola pelo menos uma mudança estética, como uma pintura, móveis novos, cortinas esse tipo de coisa. Isso resolve? Não, mas é um começo.

Pode ser que você consiga mudar a Egrégora do local simplesmente com atitudes assim, uma mudança movimenta novas energias. Mas pode ser que a Egrégora já esteja tão enraizada que ela não só se recusa a sair como ainda revida. É como se o ambiente inteiro se revoltasse! Coisas pifam, quebram, somem, as pessoas se estressam e o lugar logo parece feio, com infiltrações, manchas as vezes inexplicáveis. É por esta razão que muitos recomendam insensos, borifar as paredes com alfazema, muito Sol e ventilação.

Nesse caso quando a Egrégora revida, há duas saídas para a pessoa que não quer participar desse lixo. Ou ela se protege entrando numa bolha de energia saudável, ou ela desiste e procura um lugar que não tenha que brigar o tempo todo. É até possível viver em um ambiente ruim por algum tempo, com a devida proteção, o problema é que dá muito trabalho e é cansativo.

Nossa casa é um lugar sagrado. É onde deveríamos nos sentir seguros e protegidos. Infelizmente, nem todo mundo se sente assim. Muitas pessoas chegam diante de suas portas e dão um suspiro imaginando uma maneira de não dar o passo para dentro daquela casa.

Por isso sempre estamos acostumados a pintar a casa antes de entrar, para modificar as energias locais, ou egrégoras já firmadas.

Quero deixar registrado aqui que não querer entrar na própria casa não está certo e não é normal. Sua casa deve ser seu porto seguro. E tirando casos sinistros de casas assombradas até em sua fundação, não é muito difícil mudar a Egrégora de uma casa. O que geralmente atrapalha são seus habitantes. Todos nos fazemos uns pactos estranhos, malucos e freqüentemente reclamamos dos resultados.

Há uma hierarquia em qualquer casa. Nem sempre é você quem manda, às vezes é o pai, a mãe, a sogra, o tio, o filho. Se você é essa pessoa, poderá efetuar as mudanças que achar necessária, mas se não é, terá que usar sutileza e tato para efetuar as mudanças. Outro problema acontece quando as pessoas pertencem a outras religiões ou tem outras convicções, mesmo assim vale a pena tentar, pois você esta tentando tornar sua casa mais saudável e elevada para todos. O fato de várias pessoas se sentirem incomodadas em um lugar, ou uma, ou duas, já é um fator para os moradores conversarem sobre o assunto, pois ali há uma microcomunidade que procura uma harmonia familiar.

Mas as vezes só as mudanças na sua casa não resolvem, você deve considerar o bairro em que mora, a rua, dificilmente uma casa consegue ficar bonita por muito tempo numa rua de casas feias.

Há uma serie de coisas que podemos fazer para mudar a energia de um local, como a verificação pela radiestesia, e a mais conhecida técnica de harmonização: o FENG SHUI, onde detectamos os pontos de energia ruim e de energia boa e procuramos equilibrar esses pontos, com técnicas simples como mudanças de móveis, pintura nas paredes, sinos de ventos etc.

Dicas de Harmonização

Sujeira

Procure manter o local sempre limpo, não descuide da pintura. Evite lixo na cozinha pois ela é responsável pela prosperidade, saúde e sustento de todos na casa. A falta desse cuidado gera energia parada e estagnada.

Bagunça

Nem sempre é possível se livrar da bagunça, mas é preciso mantê-la sobre controle. A bagunça embaralha os pensamentos, arrumar tudo torna sua vida mais clara. A bagunça embaralha a sua visão, e confunde o seu sentido de percepção.

Coisas velhas e quebradas

Faça uma constante renovação de roupas, panelas, cacarecos em geral. Coisas velhas em demasia impedem a chegada de coisas novas. O novo precisa de espaço para chegar, o novo traz inícios, recomeços, oportunidades, novos prazeres e novos desafios, mas para isso tem que haver espaço, e o velho precisa deixar a nova energia chegar.

Pintura nova na mudança

Uma pintura nova na mudança ou em qualquer momento da vida de sua casa poderá movimentar as energias, uma dica é colocar um pouquinho de pó de enxofre numa quantidade de 10g/10litros na tinta.

Iluminação da casa e casa arejada

É sabido que a ação direta do Sol elimina bactérias, abra as janelas deixe a energia do SOl transmutar a energia da sua casa, com força e purificação. Há também a ação do elemento ar que entrará pelas janelas trazendo movimento, novas energias e novas possibilidades. A mensagem dos ventos amenizam as energias negativas.

Bibliografia consultada:
Harmonia na sua casa e na sua vida -
Phillipa Waring, Editora Kuarup
Coleção Mistérios do desconhecido-
A Casa Mágica -
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● Alfabeto emocional

O Dr. Juan Hitzig estudou as características de alguns longevos saudáveis e concluiu que além das características biológicas, o denominador comum entre todos eles está nas suas condutas e atitudes.
“Cada pensamento gera uma emoção e cada emoção mobiliza um circuito hormonal que terá impacto nos trilhões de células que formam um organismo – explica -.

As condutas “S”: serenidade, silêncio, sabedoria, sabor, sexo, sono, sorriso, promovem secreção de Serotonina...

… enquanto que as condutas “R”: ressentimento, raiva, rancor, repressão, resistências, facilitam a secreção de Cortisol, uma hormona corrosiva para as células, que acelera o envelhecimento.

As condutas “S” geram atitudes “A”: ânimo, amor, apreço, amizade, aproximação.

As condutas “R” pelo contrário geram atitudes “D”: depressão, desânimo, desespero, desolação.


Aprendendo este alfabeto emocional, lograremos viver mais tempo e melhor, porque o “sangue ruim” (muito cortisol e pouca serotonina) deteriora a saúde, oportuniza as doenças e acelera o envelhecimento.

O bom humor, pelo contrário, é a chave para a longevidade saudável.”



Palavras de:Dr. Juan Hitzig
Fonte: http://vozdapsicologia.blogspot.com/2010/12/o-alfabeto-emocional_25.html
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● Síndrome de vítima...

A INCAPACIDADE DE ACEITAR O MUNDO COMO ELE É

Todo o comportamento humano decorre da concepção que nós temos da realidade e nessa realidade existem dois pólos bastante distintos: aquilo que nós somos e aquilo que nos cerca. Nossa postura na vida depende do modo como estabelecemos essa relação: a relação entre nós e os outros, entre nós e os membros da nossa família, entre nós e outros membros da sociedade, entre nós e as coisas, entre nós e o trabalho, entre nós e a realidade externa. A nossa maneira de sentir e de viver depende de como cada um de nós interioriza a relação entre essas duas partes da realidade. E uma das formas que aprendemos de nos relacionarmos com os outros é a postura que designamos por vítima.

O que é a vítima?
A vítima é a pessoa que se sente inferior à realidade, é a pessoa que se sente esmagada pelo mundo externo, é a pessoa que se sente desgraçada face aos acontecimentos, é aquela que se acostuma a ver a realidade apenas em seus aspectos negativos. Ela sempre sabe o que não deve, o que não pode, o que não dá certo. Ela consegue ver apenas a sombra da realidade, paralelo a uma incrível capacidade para diagnosticar os problemas existentes. Há nela uma incapacidade estrutural de procurar o caminho das soluções e, neste sentido, ela transfere os seus problemas para os outros; transfere para as circunstâncias, para o mundo exterior, a responsabilidade do que está lhe acontecendo. Esta é a postura da justificativa. Justificar-se é o sinal de que não queremos mudar. Para não assumirmos o erro, justificamo-nos, ou seja, transformamos o que está errado em injusto e, de justificativa em justificativa, paralisamo-nos, impedimo-nos de crescer. A vítima é incompetente na sua relação com o mundo externo. Enquanto colocarmos a responsabilidade total dos nossos problemas em outras pessoas e circunstâncias, tiraremos de nós mesmos a possibilidade de crescimento. Em vez disso, vamos procurar mudar as outras pessoas.

Este tipo de postura provém do sentimento de solidão. É quando não percebemos que somos responsáveis pela nossa própria vida, por seus altos e baixos, seu bem e seu mal, suas alegrias e tristezas; é quando a nossa felicidade se torna dependente da maneira como os outros agem. E como as pessoas não agem segundo nosso padrão, sentimo-nos infelizes e sofredores. Realmente, a melhor maneira de sermos infelizes é acreditarmos que é à outra pessoa que compete nos dar felicidade e, assim, mascaramos a nossa própria vida frente aos nossos problemas.

A postura de vítima é a máscara que usamos para não assumirmos a realidade difícil, quando ela se apresenta. É a falta de vontade de crescer, de mudar‚ escondida sob a capa da aparição externa. Essa é uma das maiores ilusões da nossa vida: desejarmos transferir para a realidade que não nos pertence, sobre a qual não possuímos nenhum controle, as deficiências da parte que nos cabe. Toda relação humana é bilateral: nós e a sociedade, nós e a família, nós e o que nos cerca. O maior mal que fazemos a nós próprios é usarmos as limitações de outras pessoas do nosso relacionamento para não aceitarmos a nossa própria parte negativa.

Assim, usamos o sistema como bode expiatório para a nossa acomodação no sofrimento. A vítima é a pessoa que transformou sua vida numa grande reclamação. Seu modo de agir e de estar no mundo é sempre uma forma queixosa, opção que é mais cômoda do que fazer algo para resolver os problemas. A vítima usa o próprio sofrimento para controlar o sentimento alheio; ela se coloca como dominada, como fraca, para dominar o sentimento das outras pessoas. O que mais caracteriza a vítima é a sua falta de vontade de crescer. Sofrendo de uma doença chamada perfeccionismo, que é a não aceitação dos erros humanos, a intolerância com a imperfeição humana, a vítima desiste do próprio crescimento. Ela se tortura com a idéia perfeccionista, com a imagem de como deveria ser, e tortura também os outros relativamente àquilo que as outras pessoas deveriam ser. Há na vítima uma tentativa de enquadrar o mundo no modelo ideal que ela própria criou, e sempre que temos um modelo ideal na cabeça é para evitarmos entrar em contato com a realidade. A vítima não se relaciona com as pessoas aceitando-as como são, mas da maneira que ela gostaria que fossem. É comum querermos que os outros sejam aquilo que não estamos conseguindo ser, desejar que o filho, a mulher e o amigo sejam o que nós não somos.

Colocar-se como vítima é uma forma de se negar na relação humana. Por esta postura, não estamos presentes, não valemos nada, somos meros objetos da situação. Querendo ser o todo, colocamo-nos na situação de sermos nada. Todavia, as dificuldades e limitações do mundo externo são apenas um desafio ao nosso desenvolvimento, se assumirmos o nosso espaço e estivermos presentes.

Assim, quanto pior for um doente, tanto mais competente deve ser o médico; quanto pior for um aluno, mais competente deve ser o professor. Assim também, quanto pior for o sistema ou a sociedade que nos cerca, mais competentes devemos ser com pessoas que fazem parte desta sociedade; quanto pior for nosso filho, mais competentes devemos ser como pai ou mãe; quanto pior for a nossa mulher, mais competentes devemos ser como marido; quanto pior for nosso marido, mais competentes devemos ser como esposa, e assim por diante. Desta forma, colocamo-nos em posição de buscar o crescimento e tomamos a deficiência alheia como incentivo para nossas mudanças existenciais. Só podemos crescer naquilo que nós somos, naquilo que nos pertence. A nossa fantasia está em querermos mudar o mundo inteiro para sermos felizes. Todos nós temos parte da responsabilidade naquilo que está ocorrendo. Não raras vezes, atribuímos à sociedade atual, ao mundo, a causa de nossas atribulações e problemas. Talvez seja esta a mais comum das posturas da vítima: generalizar para não resolver. Os problemas da nossa vida só podem ser resolvidos em concreto, em particular. Dizer, por exemplo, que somos pressionados pela sociedade a levar uma vida que não nos satisfaz, é colocar o problema de maneira insolúvel. Todavia, perguntar a nós mesmos quais são as pessoas que concretamente estão nos pressionando para fazer o que nos desagrada, pode ajudar a trazer uma solução. Só podemos lidar com a sociedade em termos concretos, palpáveis. Conforme nos relacionamos com cada pessoa, em cada lugar, em cada momento, estamos nos relacionando com a sociedade, porque cada pessoa específica, num determinado lugar e momento, é a sociedade para nós naquela hora. Generalizamos para não solucionarmos, e como tudo aquilo que nos acontece está vinculado à realidade, todas as vezes que quisermos encontrar desculpas para nós basta olhar a imperfeição externa.

Colocar-se como vítima é economizar coragem para assumir a limitação humana, é não querer entender que a morte antecede a vida, que a semente morre antes de nascer, que a noite antecede o dia. A vítima transforma as dificuldades em conflito, a sua vida num beco sem saída. Ser vítima é querer fugir da realidade, do erro, da imperfeição, dos limites humanos. Todas as evidências da nossa vida demonstram que o erro existe, existe em nós, nos outros e no mundo. Neurótica é a pessoa que não quer ver o óbvio. A vítima é uma pessoa orgulhosa que veste a capa da humildade. O orgulho dela vem de acreditar que ela é perfeita e que os outros é que não prestam. Crê que se o mundo não fosse do jeito que é‚ se sua esposa não fosse do jeito que é‚ se seus filhos não fossem do jeito que são, se o seu marido fosse diferente, ela estaria bem, porque ela, a vítima, é boa, os outros é que têm deficiências, apenas os outros têm que mudar.

A esse jogo chama-se o "Jogo da Infelicidade". A vítima é uma pessoa que sofre e gosta de fazer os outros sofrerem com o sofrimento dela, é a pessoa que usa suas dificuldades físicas, afetivas, financeiras, conjugais, profissionais, não para crescer, mas para permanecer nelas e, a partir disso, fazer chantagem emocional com as outras pessoas.

A vítima é a pessoa que ainda não se perdoou por não ser perfeita e transformou o sofrimento num modo de ser, num modo de se relacionar com o mundo. É como se olhasse para a luz e dissesse: "Que pena que tenha a sombra...", é como se olhasse para a vida e dissesse: "Que pena que haja a morte...", é como se olhasse para o sim e dissesse: "Que pena que haja o não...". E se nega a admitir que a luz e a sombra são faces de uma mesma moeda, que a vida é feita de vales e de montanhas.

Não são as circunstâncias que nos oprimem, mas, sim, a maneira como nos posicionamos diante delas, porque nas mesmas circunstâncias em que uns procuram o caminho do crescimento, outros procuram o caminho da loucura, da alienação. As circunstâncias são as mesmas, o que muda é a disposição para o alvorecer e para o desabrochar, ou para murchar e fenecer.




Palavras de: Antônio Roberto Soares/Psicólogo
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● Espalhando felicidade

" Aquele que é feliz, espalha felicidade.

Aquele que teima na infelicidade, que perde o equilíbrio e a confiança, perde-se na vida."

Em vez de estar sempre esforçando-se por obter a felicidade pessoal, tente fazer os outros felizes.

Servindo aos outros espiritual, mental e materialmente, você verá as suas próprias necessidades satisfeitas.

Ao esquecer-se de si próprio no serviço aos outros, você verá que, sem procurar, a sua própria taça da felicidade estará cheia.




Palavras de: Paramahansa Yogananda, Lições da SRF
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